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4.5 ÓRGÃOS FISCALIZADORES

Não existem órgãos específicos que fiscalizam e regulamentam o comércio de varejo de roupas. Existe uma grande facilidade de entrada na indústria da moda, e também uma enorme variedade de tipos de vestuário. Em conseqüência disso, é muito complexo algum órgão especificamente fiscalizar e regulamentar todos os segmentos de comércio de roupa. Porém existem associações eórgãos que tem o objetivo de fortalecer alguns nichos de mercados específicos.
A CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador) é uma associação que aproxima os diversos segmentos varejistas para tratar de interesses comuns ao comércio, incluindo a indústria da moda. Segundo o site da CDL (2010), A CDL também tem se dedicado a oferecer e aprimorar serviços de apoio e proteção às atividadescomerciais e de prestação de serviços, sempre com objetivo de representar, desenvolver e valorizar o segmento lojista e favorecer: Desenvolvimento do mercado de consumo, redução do risco de inadimplência, ampliação das possibilidades de crédito, melhoria na liquidez das transações, profissionalização do mercado, aprimoramento do negócio. Ou seja, a CDL não é um órgão fiscalizador, porém é umaassociação que fortalece e une as indústrias, inclusive a da moda.
Um exemplo de ações da CDL foi o Liquida Salvador, que é comprovadamente um grande sucesso. O período em que o comércio estava em baixa, a Liquida Salvador mudou o quadro do período, com aumento significativo de vendas.

4.6 LEGISLAÇÃO

O setor da indústria da moda não tem uma legislação específica. Porém existem regulamentações docomércio que interferem no varejo de roupa. Segundo dados do site do Sebrae, em 1992, por iniciativa do Departamento Nacional de Proteção e Defesa do Consumidor, teve início ampla discussão sobre uma padronização para o vestuário. Após três anos de discussões e consultas técnicas que envolveram diversas entidades, foi aprovada em maio de 1995, a norma Medidas do Corpo Humano para vestuário- Padrõesreferenciais. Essa norma indica referencial, mas não obriga os empresários de confecções a utilizar este padrão em seus produtos. Ou seja, até a legislação que foi criada, não é obrigatória.

Isso mostra a grande dificuldade de uma elaboração de leis específicas para o segmento de roupas. Porém existem segmentos de comércio de roupas interessados nessa padronização, que é o caso do comércioeletrônico. A falta de padronização de roupas no comércio eletrônico está prejudicando muito o crescimento do varejo on-line. As pessoas não têm segurança de adquirir roupas pela internet, pois podem comprar uma peça que não caibam nelas e o processo de troca é muito desgastante.

5. DADOS DO SETOR

Segundo informações do G1, o comércio varejista registrou crescimento de vendas de 11,5% no primeirosemestre de 2010. De acordo com o IBGE, esse foi o melhor primeiro semestre desde 2004, quando teve início a série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento é de 9,3%.

Em junho de 2010 o segmento de vestuário apresentou variação positiva de 1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando havia registrado aumento no volume de vendas de4,3% (comparação com maio de 2009, na série sem ajuste sazonal).

A alta nas vendas do setor de supermercados foi o que mais exerceu contribuição para o crescimento da taxa do varejo (50%). A justificativa para isso é que houve aumento do poder de compra da população e evolução do comportamento dos preços no setor.

Segundo informações do IG, o comércio varejista do País apresentou, noprimeiro semestre do ano de 2010, um crescimento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (IBGE). O resultado foi superior não só ao do segundo semestre de 2009, que alcançou 7,2%, como também de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em 2001, principalmente a partir do ano de 2004, quando passa a ter índices semestrais positivos.

O comércio varejista...
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