LIVRO VI - ÉTICA A NICOMACO – ARISTÓTELES

493 palavras 2 páginas
ÉTICA A NICOMACO – ARISTÓTELES

LIVRO VI

1 – OS DITAMES DA RETA RAZÃO

Conforme dita a reta razão, homem deve esforçar-se em grau mediano, para alcançar a meta que ele visa, nem se esforçando nem relaxando demasiado. Porém, o homem também deve ir além disso, respeitando a disposição da alma, a qual possui suas virtudes (algumas do caráter e outras do intelecto).
A alma tem duas partes, uma que concebe o principio racional e outra que priva a razão. A parte que concebe o principio racional, contempla as coisas cujas causas determinantes são variáveis ou invariáveis. Se diz que quando dois objetos diferem em espécie, as partes da alma que correspondem a casa um deles também diferem em espécie, e chamamos uma dessas partes de cientifica, a que delibera, e a outra de calculativa, a que calcula.

2 – AS VIRTUDES DA ALMA

Na alma existem três coisas que controlam a ação e a verdade. A primeira é a sensação, a qual não é principio de nenhuma ação. A segunda é o desejo, o qual deve ser tão verdadeiro quanto o raciocínio e concordar com a verdade para que a escolha seja certa. E a terceira é a razão, a qual junto com a disposição moral, devem controlar a escolha, que vem junto do desejo e do raciocínio com um fim em vista. Por isso, o homem é o que origina a ação, já que ele tem o poder de escolha, que é ou raciocínio desiderativo ou desejo raciocinativo.

3 – A VERDADE DA ALMA

São cinco as disposições em virtude que a alma utiliza para conhecer a verdade: a arte, o conhecimento cientifico, a sabedoria pratica, a sabedoria filosófica e a razão intuitiva.
O conhecimento cientifico tem como seu objeto algo que existe necessariamente, que pode ir ou não alem do nosso conhecimento, e tudo aquilo que existe por necessidade é eterno, ingênito e imperecível. O conhecimento cientifico existe quando o homem, alem de conhecer os pontos de partida (os quais devem ser mais conhecidos do que a conclusão para que a ciência não seja acidental), tem uma convicção.

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