Literatura portuguesa

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Literatura
Portuguesa

Autores

Stélio Furlan
José Carlos Siqueira

2009

© 2008 – IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos
direitos autorais.

F985

Furlan, Stélio; Siqueira, José Carlos. / Literatura Portuguesa.
/ Stélio Furlan; José Carlos Siqueira. — Curitiba : IESDE
Brasil S.A., 2009.
220 p.

ISBN: 978-85-7638-872-2

1. Literatura Portuguesa. 2. História e Crítica. 3. Movimentos
Literários. 4. Poesia. 5. Prosa. I. Título.
CDD 869.09

Todos os direitos reservados.
IESDE Brasil S.A.
Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1.482 • Batel
80730-200 • Curitiba • PR
www.iesde.com.br

Sumário
Trovadorismo: 1198-1418 | 7
Contexto histórico | 7
A poesia trovadoresca | 9A Cantiga de Amor | 11
Cantiga de Amigo | 13
Cantigas de Escárnio e Maldizer | 16
Principais trovadores | 17
A permanência do Trovadorismo | 17

O Humanismo | 25
O homem como centro do universo | 25
O Humanismo em Portugal | 27
Gil Vicente (c. 1465-c. 1537): a grande figura literária do Humanismo | 28

Classicismo: 1527-1580 | 41
A Renascença Portuguesa | 41
Os gêneros clássicos | 42Épica: Os Lusíadas, um prodígio arquitetônico | 43
Os Lusíadas: episódios | 45
Conclusão sobre Os Lusíadas | 51
A lírica camoniana | 52
Os sonetos de Camões | 53
Amor com engenho e arte | 54

Barroco: 1580-1756 | 59
Pode-se falar em Barroco? | 59
Poesia barroca portuguesa | 61
Prosa barroca portuguesa | 64
Conclusão | 67

Arcadismo: 1756-1825 | 73
A reação contra o Barroco literário| 73
Principais lemas dos poetas árcades | 75
Bocage e o Arcadismo | 79
Conclusão | 80

O Romantismo: prosa | 89
Romantismo e burguesia | 89
A sensibilidade romântica e o gênero romance | 90
O estabelecimento do liberalismo em Portugal e o romance | 92
A sedimentação do romance em Portugal | 101

O Romantismo: poesia | 105
A arte como mercadoria | 105
A sensibilidade romântica e apoesia | 106
As idéias liberais, o ultra-romantismo e o nacionalismo | 110
A originalidade e a autenticidade tornadas convenção | 115

O Realismo: 1865-1890 | 123
O “realismo” como arma de crítica social e política | 123
A poesia realista | 129
A prosa realista | 132

Simbolismo | 143
Portugal simbolista | 147
O Simbolismo Português | 147
Modelos para o Modernismo | 153

O Saudosismo| 159
A Sociedade Renascença Portuguesa e o Saudosismo | 159
Florbela Espanca (1894-1930): uma poesia em suspensão | 164
Precursores do Modernismo | 166

Modernismo: Geração de Orpheu | 171
A revista Orpheu | 171
Fernando Pessoa (1888-1935) | 172
Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) | 179
Almada-Negreiros (1893-1970) | 180
A epopéia portuguesa moderna: de Os Lusíadas a Mensagem | 181Modernismo Presencista | 187
O direito à liberdade de criação | 187
A República e a ditadura de Salazar | 188
A revista Seara Nova (1919-1974) | 188
A revista Presença (1926-1940) | 190
A autonomia da literaturae sua relação mediada com a realidade | 195

Gabarito | 201
Referências | 209
Anotações | 219

Apresentação
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil facessecretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Carlos Drummond de Andrade

“Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: ‘Navegar é preciso, viver não é preciso’. Quero para mim o espírito (d)esta frase, transformada a forma para a casar com o que eu sou: Viver não é necessário; o que é
necessário é criar”: estaconhecida passagem de Fernando Pessoa serve-nos
de mote para justificarmos as travessias e os percursos pelo vasto espaço da
Literatura Portuguesa.
O objetivo principal é o de compreender elementos para o estudo
crítico-produtivo das manifestações canônicas da Literatura Portuguesa, entre 1189 e 1915, situando-a no contexto da literatura ocidental.
Como estratégia de leitura, vamos centrar nosso...
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