Biodiesel de moringa oleifera lin e blendas

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

COORDENAÇÃO GERAL DE PESQUISA

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - PIBIC/PIBITI/PIVIC/PIVITI

RELATÓRIO FINAL VIGÊNCIA 2011/2012

LABORATÓRIO DE COMBUSTÍVEIS E MATERIAIS - LACOM



Bolsista:

Marcell Bruno Inácio da Silva
Universidade Federal da Paraíba, CCEN, Departamento de Química, JoãoPessoa, PB
Caixa Postal 5093, CEP 58051-910 – João Pessoa, PB Brasil.
E-mail: marcell_bruno@hotmail.com

Orientador:

Prof. Dr. Antonio Gouveia de Souza
Departamento de Química
E-mail: agouveia@quimica.ufpb.br



Título do Plano


Avaliação da estabilidade oxidativa do biodiesel de MORINGA OLEIFERA LIN e blendas



Título do Projeto


Avaliação da estabilidadeoxidativa do biodiesel de MORINGA OLEIFERA LIN e blendas





JOÃO PESSOA – PB
Setembro de 2012
RESUMO




Suprir a demanda energética mundial tem sido um grande desafio para nossa sociedade. A contínua elevação do preço do barril de petróleo e as questões ambientais associadas à queima de combustíveis fósseis também têm contribuído para colocar a humanidade frente à necessidade de novasfontes energéticas. O uso em larga escala da energia proveniente da biomassa é apontado como uma grande opção que poderia contribuir para o desenvolvimento sustentável nas áreas ambiental, social e econômica. O Brasil tem desempenhado um papel fundamental dentro deste conceito de energia renovável, basta citar o domínio tecnológico na produção do etanol a partir da década de setenta, consolidandocom a implantação do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.

Neste contexto, para que ocorresse o armazenamento do biodiesel metílico de moringa, o óleo de moringa foi extraído quimicamente e neutralizado, revelando que suas propriedades físico-químicas se mostraram adequadas para a obtenção do respectivo biodiesel, além de indicar elevada estabilidade oxidativa pelas técnicas de P-DSCe PetroOxy a 110 °C.

Com isso, os parâmetros do óleo de moringa foram transferidos para seu biodiesel metílico, tal como apontam as análises físico-químicas e oxidativas através do P-DSC, PetroOxy e Rancimat a 110 °C, sendo as três técnicas imprescindíveis e apresentarem elevada estabilidade oxidativa do biodiesel etílico de moringa devido a sua composição ter somente 1% de ácidos graxospoli-insaturados, que são responsáveis pela reação de auto-oxidação. Portanto, tais especificações realizadas atendem à Resolução nº. 7 de 19.03.2008 da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ratificando suas qualidades como biocombustível e também indicam que se o biodiesel metílico de moringa for armazenado, este poderá demorar para alterar suas propriedades físico-químicase oxidativas.




PALAVRAS-CHAVE: moringa, biodiesel, estabilidade oxidativa




















































1. INTRODUÇÃO


Suprir a demanda energética mundial tem sido um grande desafio para nossa sociedade. [1]. A contínua elevação do preço do barril de petróleo e as questões ambientais associadas àqueima de combustíveis fósseis também têm contribuído para colocar a humanidade frente à necessidade de novas fontes energéticas. O uso em larga escala da energia proveniente da biomassa é apontado como uma grande opção que poderia contribuir para o desenvolvimento sustentável nas áreas ambiental, social e econômica [2]. Antes mesmo do diesel de petróleo, os óleos vegetais foram testados eutilizados como combustíveis nos motores do ciclo diesel. Por razões tanto econômicas quanto técnicas, estes deram lugar ao diesel de petróleo [3].
O biodiesel é um exemplo, já em aplicação, do emprego da biomassa para produção de energia. Este apresenta vantagens sobre o diesel de petróleo [4], pois não é tóxico e é proveniente de fontes renováveis, além da melhor qualidade das emissões durante...
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