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1. TEMA

Traços de oralidade na Escrita da 8ª série do Ensino Fundamental

2. PROBLEMA

Qual o papel da escola em relação ao ensino da língua oral e escrita?

3. JUSTIFICATIVA

Percebemos que a oralidade interfere na hora em que o aluno vai escrever um texto, pelo fato de ele escrever como fala. Essa influência da língua falada sobre a escrita gera inadequações naescrita.
O objetivo é pesquisar as marcas de oralidade presentes nos textos dos alunos do Ensino Fundamental e também analisar o papel que o professor e a escola desempenham para que o aluno tenha domínio do dialeto padrão sem a depreciação da maneira de falar de sua família ou grupo social.

4. OBJETIVO GERAL

Contribuir para o ensino de língua materna.

4.1 OBJETIVO ESPECÍFICODescrever e analisar a organização gráfica, variedade linguística e a organização textual, produzida por alunos de 5ª e 8ª séries do Ensino Fundamental de um colégio público de Campo Largo

1. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS

1. 5.1 A FALA

A língua falada, segundo Fávero (2000), necessita ocupar um lugar de destaque no ensino de língua. Existem fatores de motivaçãopara que essa modalidade seja trabalhada com destaque; um deles, é que o aluno já sabe falar quando chega à escola e domina a gramática da língua. Outro fator é que a fala influencia a escrita nos primeiros anos escolares.
Como diz Biber (apud FÁVERO 2000. p. 11):

Certamente em termos de desenvolvimento humano, a fala é o status primário. Culturalmente, os homens aprendem a falarantes de escrever e, individualmente, as crianças aprendem a falar antes de ler e escrever. Todas as crianças aprendem a falar (excluindo-se as patologias); muitas crianças não aprendem a ler e escrever. Todas as culturas fazem uso da comunicação oral; muitas línguas são ágrafas. De uma perspectiva histórica e da teoria do desenvolvimento, a fala é claramente primária”. (FÁVERO 2000, p.11).Marcuschi, citado por Fávero (2000), diz que a língua falada representa duas propostas de trabalho. A primeira, é que se trata de uma missão para a ciência linguística, que deveria se dedicar à descrição da fala. A segunda, é uma chamada para que a escola aumente seu leque de atenção.
Quanto à escola, Bechara (citado porFÁVERO 2000, p.12) afirma que não se trata de “ensinar a fala”, mas sim de apontar aos alunos a ampla variedade de usos de fala, fazendo com que entendam que a língua não é homogênea, monolítica, trabalhando com eles os diferentes níveis das duas modalidades __- escrita e fala -, isto é, procurando torná-los poliglotas dentro de sua própria língua.
Castilho citado por Fávero (2000),aponta que o papel da escola não deve se concentrar apenas no ensino da língua escrita, com a desculpa de que o aluno já aprendeu a língua falada em casa. Diz também que esse ensino deveria se centralizar mais na reflexão sobre a língua que falamos do que na reprodução de esquemas classificatórios, assim se descobriria a importância da língua falada, mesmo sendo para a obtenção da língua escrita.Ainda em Fávero (2000) vemos que os Parâmetros Curriculares Nacionais afirmam que a questão não é o aluno falar certo ou errado e sim saber que forma de fala usar, além de saber adequar o registro às diferentes situações comunicativas e de saber coordenar de maneira satisfatória o que falar e como fazê-lo, considerando a quem e por que se diz determinado assunto.




5.2.A HISTÓRIA DA ESCRITA

Segundo Cagliari (2008), a escrita iniciou-se na Suméria, por volta de 3100 a.C. Nessa região havia muita água e pouca floresta, assim, a escrita era feita em tabletes de barros. Com o tempo, a escrita foi feita também em madeira, em metal e nas pedras dos monumentos.
Ainda citando Cagliari (2008), a ideia de escrever a partir da Suméria,...
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