Leis historicas

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FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA















Questão Social no Brasil







Alunas: Bruna de Castro, Daniella melo, Emanuela Alves, Erivanda, Renata Silveira.

Professora: Vanusa

Disciplina: Formação Social Econômica Política do Brasil

1º Período de Serviço social



UBERLÂNDIA, 25 DE ABRIL DE 2012

INTRODUÇÃO

O Brasil foi o últimopaís assinar uma lei que abolisse o trabalho escravo. Foram 388 anos sob o legado escravista, legado este que aliado à omissão histórica do Estado brasileiro em face das desigualdades étnicas, produziu uma variedade de iniquidades resultantes do racismo e do preconceito e das discriminações raciais, e embora hoje não haja, no Brasil, registros de situação de segregação racial aberta, mesmo assim,continua funcionando como um diferencial na distribuição de direitos e oportunidades, um negro pobre tem muito menos chances de ascensão social do que um branco pobre. As mulheres negras se encontram em pior situação, pois ao longo dos anos, mantiveram-se, no campo de trabalho e da remuneração, em desvantagem tanto em relação aos brancos, sejam homens ou mulheres, quanto em relação aos homensnegros. Além disso, os poucos negros que conseguem uma ascensão social não estão imunes à discriminação racial.


OBJETIVO

Com o estudo sobre a vivência do negro no Brasil antes e depois da sua abolição, objetivamos entender por que em um país em que quase metade da população brasileira (46%) possui ascendência africana, país onde se encontra o segundo maior contingente de populaçãonegra do mundo, são evidentes no cotidiano as desigualdades e discriminações de natureza racial, estas são comprovadas por variadas estatísticas; de cada dez pobres, seis são negros; enquanto cerca de 22% dos brancos são considerados pobres, este percentual na população negra é mais do que o dobro (47%). Na educação, a despeito das melhorias globais verificadas nos últimos anos, a desigualdadepersiste, observamos que na taxa de analfabetismo, duas vezes maior na população negra, quanto na diferença de dois anos nas médias de anos de estudo, novamente em prejuízo dos negros. E ainda existe a negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orienta o discurso oficial brasileiro, e apenas serve para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem deforma a enfrentar o problema.






METODOLOGIA


Para obtermos os dados do nosso objeto de estudo e assim concluirmos o trabalho que nos foi proposto, pesquisamos em livros didáticos, artigos e noticiários, encontrados em revistas, e na internet, nos reunimos na biblioteca da Faculdade, reuniões que foram essenciais, onde cada integrante do grupo participou, em igualparcela. As informações apresentadas a seguir traduzem o esforço do nosso trabalho em equipe.


Boa Leitura!
Alunas do 1º P. de Serviço Social.



























388 ANOS DE ESCRAVIDÃO

A escravidão no Brasil vigorou durante 388 anos, tendo durado desde o seu descobrimento em 22 de abril de 1500, até a assinatura da Lei Áurea que objetivavaabolição da escravatura pela Princesa Isabel em de 13 maio de 1888, extinguindo a escravidão no País.

No início da colonização, os indígenas foram obrigados a trabalhar no sistema Plantation, nas roças de subsistências. Mas eles não supriam totalmente a necessidade dos Senhores: tinha baixa resistência a doenças, alguns resistiam com armas a captura e fugiam para o sertão e além disso, os índioscontavam com a proteção dos jesuítas, estes e outros fatores como, o lucro do tráfico negreiro para metrópole portuguesa; contribuíram para a substituição do trabalho escravo indígena pelo o trabalho escravo africano.

Os Africanos eram trazidos para o Brasil em tumbeiros, eram transportados em condições desumanas, cada escravo tinha uma pequena cota diária de alimentos e água, mas o calor, a...
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