Lala

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  • Publicado : 18 de março de 2013
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Las últimas décadas han confirmado el Río Grande como una voz importante, dinámico, actualizado - ya veces incluso avant-garde - y políticamente comprometido en la escena cultural brasileña. En todo el estado hay centros culturales y universidades de intensa actividad. En una visión de conjunto de este período se destacan algunos puntos importantes, entre ellas:

recuperación de la memoriasocial, la cultura intangible y folklore, reveló la cifra en el rescate del gaucho, los inmigrantes, las minorías negras y otros bienes materiales con la preservación de la arquitectura antigua y la proliferación de museos histórico-artísticos, y grandes inversiones en turismo cultural, patrimonial y cultural;
creación de una cultura decididamente cosmopolita de las grandes ciudades;
concienciasobre los problemas del medio ambiente, con las primeras pruebas de los movimientos ecologistas y los intereses del gobierno en la creación de leyes y áreas de preservación ambiental, y junto con él aprecia el telón de fondo del Estado, calentando el sector turístico;
la revelación del abandono y la pobreza que fueron las poblaciones indígenas;
problematización de la interacción social en lasciudades con el aumento de las tasas de criminalidad con amenaza para la vida y la propiedad, creando una sensación general de inseguridad. En todas las áreas con discapacidad se tomaron medidas correctivas, aunque todavía muy escaso y derechos a la sociedad son constantes.

O perfil geográfico do Rio Grande do Sul foi formado por sucessivas transformações que iniciaram há cerca de 600 milhões deanos. Esse território já foi um mar, já foi um deserto, e em várias regiões aconteceram soterramentos massivos por derrames de lava. Crê-se que somente há dois milhões de anos a geografia se definiu mais ou menos como hoje a conhecemos, quando se fixou a faixa arenosa do litoral. A vida na pré-história do Rio Grande do Sul foi rica em espécies animais e vegetais, sendo encontrados muitos fósseis emespecial na área da Paleorrota. Há apenas cerca de 11 mil anos iniciou a ocupação humana, com a chegada de grupos de caçadores-coletores vindos do norte, que se instalaram em todos os recantos do estado, formando culturas como a Umbu, a Humaitá, e a Sambaqui. A cultura Taquara alcançou até mesmo algum grau de sofisticação, visível na cerâmica que produziram e na engenharia de abrigos subterrâneos,interligados por túneis, revestidos de pedra cimentada com barro, muitas vezes associados com outras construções superficiais como plataformas de pedra. Outros vestígios desses habitantes foram encontrados na forma de instrumentos de pedra lascada, inscrições rupestres, amuletos, tumbas e ossadas.
Essa fase prosseguiu sem mudanças significativas até a chegada de uma segunda onda migratória hádois mil anos, composta por índios guaranis oriundos da Amazônia. Sendo um povo mais forte e mais organizado, submeteram praticamente todos os antigos habitantes, introduzindo também a agricultura e aperfeiçoando a cerâmica. Quando o Brasil foi "descoberto", em 1500, quase todos os índios do estado, que somavam de 100 mil a 150 mil na estimativa dos estudiosos, já eram guaranis ou estavam misturadosa eles. Os grupos menos afetados por essa invasão foram os gês do planalto médio, e os charruas e minuanos, do pampa.

O território que hoje constitui o Rio Grande do Sul já constava nos mapas portugueses, sob o nome de Capitania d'El-Rei, desde o século XVI. A despeito do Tratado de Tordesilhas, que definia o fim das terras portuguesas na altura de Laguna, Portugal ansiava por estender seusdomínios até a foz do Rio da Prata. No século XVII, bandeirantes de São Paulo já percorriam a área em busca de tesouros e para escravizar os índios. Nesse espírito, ignorando os tratados, em 17 de julho de 1676, através de Carta Régia, Portugal delimitou duas capitanias no sul que, em conjunto, se estendiam de Laguna até o Rio da Prata, doadas ao Visconde de Asseca e a João Correia de Sá. Em 22 de...
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