Juros simples e compostos

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Matriz de atividade individual* Módulo: 2 – Juros simples e Atividade: Atividade individual compostos Título: Aluno: Ricardo Murça de Oliveira João Disciplina: Matemática financeira Turma: Pós Adm. 15 Introdução A política de juros altos é tanto mais eficaz quanto maior o dano que puder causar. – Fernando Cardim de Carvalho Perto de uma análise, um ensaio contextual e contemporâneo sobre o custodo dinheiro ao longo do tempo, levando em consideração o impacto nas empresas, sem levar em conta o cenário macro econômico, o objetivo desta dissertação é mostrar brevemente sob a luz dos juros, quais poderiam ser as melhores opções para um novo empreendedor. Justificativa No Brasil atual a política monetária vem priorizando o controle da inflação através das taxas de juros, fato que já ocorre hámais de 10 anos. Apesar do – eficiente – controle inflacionário, as altas taxas vem cobrando um alto preço das empresas, dificultando o acesso de novos empreendedores ao crédito, deixando empresas em início de atividade reféns das altas taxas e aumentando ainda mais os índices de morte das empresas em até 2 anos. Na contra mão da derrocada das Micro e Pequenas empresas apresentam-se osadministradores numéricos, representados pelos Bancos e Factorings que cobram taxas que podem variar de 30% a até 180% ao ano, tudo graças ao spread bancário. Atualmente podemos chamar o empresário brasileiro de herói ou de louco, pois trabalham para produzir riquezas que são transferidas diretamente ao Estado e aos bancos. Desenvolvimento Muito do que se conhece de política financeira no Brasil pelapopulação e pelas empresas está atinado aos juros e ao que ele representa no custo para a aquisição de bens, especialmente. Porém, para corretamente analisar o papel deste vilão da economia, cabe ressaltar a importância dele no entendimento do custo do dinheiro e sua transformação ao longo do tempo e, nesta análise, nos ateremos à realidade empresarial. Para a manutenção de um correto e sadio fluxo decaixa, o empresário necessita de recursos financeiros para o pagamento de despesas a curto, médio e longo prazos. O curto prazo apresenta-se como o maior problema financeiro para as pequenas empresas, em especial para aquelas em início de atividades. Cabe ao empreendedor, entender que os três níveis de tempo são importantes para o planejamento e captação de recursos através dos investimentos e datroca de títulos ou busca por empréstimos no mercado financeiro. Devemos lembrar que no momento do pedido de um empréstimo, na troca de uma duplicata ou de uma promissória através do adiantamento de valores pelos bancos, os spread bancário está contido no valor do empréstimo, embutido nos juros, assim como a taxa de abertura de crédito. Já na contramão vêm os investimentos que não remuneram opoupador ou investidor com estes artifícios mágicos que tanto mudam o montante no final de um período. Sem muitas alternativas o empresário recorre ao banco para buscar alternativas de curto prazo para o seu caixa, solicitando a troca de títulos que seriam recebidos a prazo para o recebimento imediato, com a aplicação de juros simples a serem descontados da conta corrente em data pré-determinada. Em2011 esta taxa girava

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em torno de 2,4% ao mês, por título descontado. Outra alternativa são os empréstimos para capital de giro, com taxas pré-fixadas que hoje espelham juros de 0,99% a 3,5% ao mês, dependentes do montante, prazo e garantias da empresa. Para guardar seu dinheiro o investidor conservador conta com a poupança, uma aplicação segura que atualmente sofreu o que eu chamo de durogolpe. A poupança atualmente remunera em 6% ao ano ou 0,5% ao mês, em regime de juros compostos, remunerando o principal + os rendimentos com juros fixados com juros acordados no momento da aplicação. Outros investimentos como o Tesouro direto, ações e CDB’s podem ter um valor pouco mais atrativo, pois pagam, em geral, um percentual da taxa Selic, porém sofrem com o IOF e o Imposto de Renda que...
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