Julio verne

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Julio Verne-Viagem ao Centro da Terra.

O que você acha de alguém que, no tempo em que viveu, previu coisas como a televisão, o submarino e as viagens ao espaço? Vidente? Profeta? Eu o chamo de escritor. Isso mesmo, es-cri-tor. Foi exatamente o que Júlio Verne fez. Você já deve ouvido falar dele, em seus livros escolares, o célebre autor e precursor da ficção científica. Certa vez ouvifalar dele, em um livro de português, que trazia um trecho de uma outra obra famosa; 20 Mil Léguas Submarinas. Fui fascinado por seu modo de escrita, que já no século XIX fazia sucesso. Agora imagine você, lançando um novo gênero literário, você esperaria tamanho sucesso? E esta é a introdução da resenha de um livro que te faz pensar se a Física, a Química e muitos outros estudos não poderiamexplicar fatos que, para nós seriam totalmente irreais. E foi na biblioteca escassa do meu colégio que eu achei um exemplar deste livro, traduzido e adaptado por ninguém menos que Walcyr Carrasco.

Logo no primeiro capítulo conhecemos o narrador da história, o jovem Axel, morador de Hamburgo, na Alemanha, sobrinho do notável professor Lidenbrock, um especialista em mineralogia. O professor acaba achandouma relíquia de uma versão de um livro no islandês original na livraria da cidade, e ao folheá-lo frente ao sobrinho, um pergaminho lhe cai ao chão. No pergaminho havia escrito uma mensagem em runas – uma língua européia antiga – e depois de muito tentar, acaba solucionando o mistério, e o ex-código passa a ser um pequeno poema que dá instruções para se chegar ao Centro da Terra.

Saí doescritório do meu tio atordoado. Sentia febre. Fui caminhar, para me recompor. Seria possível chegar ao globo terrestre? Os argumentos do meu tio não passavam de especulações insensatas ou de deduções científicas brilhantes?
O professor fica atônito para realizar a viagem sobre o pretexto do texto ter sido escrito pelo reconhecido alquimista islandês Arne Saknussemm, embora a todo momento percebamos atamanha insegurança de Axel. Ele não quer ir, acha tudo uma completa insanidade, teria que abandonar sua amada Graüben, a pupila de seu tio que morava na mesma casa com eles e que tanto o amava, e era recíproco. Mas antes que Axel pudesse mais uma vez incansável vez tentar mudar a cabeça de seu teimoso tio, este já estava preparado para partir para a Islândia, onde no vulcão Sneffels, em um momento domês de Julho, um dos picos da montanha projeta sua sombra para a cratera certa e por ela eles podem entrar no centro da Terra, por mais louco que isso pareça a Axel.
- O professor enlouqueceu?
Só me restou confirmar com um movimento de cabeça.
- E vai levar o senhor, seu Axel?
Novamente fiz que sim.
- Pra onde?
Apontei o centro da Terra.
-Para a adega? – surpreendeu-me Marthe.
-Não, mais embaixo.Bem mais embaixo!

Ele torce por todo o caminho que evidências apareçam a fim de fazer o professor voltar atrás, mas nada disso acontece, e com a ajuda do hábil e quieto guia islandês Hans, eles acabam adentrando o vulcão “extinto”. Mas ninguém disse que o percurso seria fácil. Eles enfrentam a falta d’água, a agonia de andar em círculos por cavernas e corredores escuros, e até se perderam, ondepensamos que um dos personagens está prestes a morrer. Até essa parte a história foi tecnicamente monótona, não havia partes estimulantes que te fazem querer saber o que irá acontecer, só sabia que algo iria acontecer, sem saber quando e era essa curiosidade que me levou a continuar e esperar.

Após acordar do susto e muito mais disposto, o professor apresenta a Axel talvez a maior descoberta desua vida e de toda a humanidade. Havia chegado a uma enorme, imensa caverna que mais parecia um mundo dentro do que conhecíamos. Um extenso mar, praia, nuvens, um tipo de sol artificial, cogumelos do tamanho de árvores e muito mais reforçam a ideia do quão Arne estava certo em deixar aquele código. Resolvem então atravessar o mar, acabar a viagem e por fim conhecer tudo, mas novamente; ninguém...
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