Judaismo

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O Livro das Aberrações




















I - INTRODUÇÃO

A origem do “NOVO TESTAMENTO”

1.1 O chamado “Novo Testamento” é formando de 26 livros, dos quais quatro são Supostos relatos – Os “Evangelhos” – sobre a vida e ensinos de Jesus Nazareno, 21 cartas, cuja 1.6 Dois marcos históricos principais estãoassociados com formato do “Novo Testamento” atualmente conhecido. O primeiro marco foi o Concílio de Nicéia (iniciado em 325 EC), convocado pelo Imperador Constantino que presidiu na sua abertura mesmo sendo um “pagão”, pois jamais Constatino se convertera ao cristianismo, conforme relativo fantasioso da igreja de Roma. Ele exerceu o cargo de sacerdote do deus-Sol até que, no seu leito de morte, em 337EC, o bispo de Roma procedeu ao ritual de conversão, quando ele nem mais podia manifestar-se sobre se essa era sua vontade. No Concílio de Nicéia, foi aprovado, além da autoridade política dos bispos, o cânon do “Novo Testamento”, quando foram rejeitadas centenas de escritos tidos como sagrados por muitos cristãos fora de Roma, compostos de relatos evangélicos e cartas dos apóstolos e primitivosdiscípulos, hoje rejeitados. Também naquela ocasião, por meio de voto, foi aprovada a “divindade de Jesus”, que, a partir de então, passou a ocupar, oficialmente, o papel de Segunda pessoa da trindade, abrindo-se daí a oportunidade ao estabelecimento da mariolatria, pois Maria, genitora de Jesus Nazareno, logo seria alçada ao papel de “mãe de D-us” (em grego: “theotokos”), já que, obviamente,Jesus sendo deus, segundo essa doutrina, sua genitora seria a “mãe de D-us”, como hoje é adorada pelos cristãos católicos e ortodoxos gregos e russos.

1.7 Pela importância do papel do imperador Constantino na formação da nova região, que, na verdade, é uma fé essavita (oriundade Essav, ou Esaú, pai dos romanos e italianos), cujo fim último é perseguir a Israel, poderia o cristianismo serdenominado de constantinismo. Afinal, graças ao imperador romano foi possível elencar, durante o Concílio de Nicéia, as doutrinas principais da novareligião, nascida em Roma, de onde se espalharia pelo mundo, deixando em seus caminhos históricos as marcas de conversões forçadas, de derramamento de sangue e assassinatos, de escravização de povos e destruição de culturas. Ademais, de forma ainda maismarcante, o constantinismo é a religião do antijudaísmo, como ficou bem claro no decorrer dos últimos quase dois milênios, pois, para justificar sua própria existência, a nova religião romana não apenas procurou afastar-se de suas fontes judaicas, oriundas dos primitivos seguidores judeus de Jesus, mas decidira, induvidosamente, destruir os próprios israelitas, para que se consumasse a tese queficou conhecida como Teologia da Substituição – cuja premissa é esta: uma vez que a igreja foi levantada para substituir a Sinagoga, os judeus deveriam ser eliminados, porque seriam um entrave, nesse novo cenário, para a supremacia cristã, conforme um dos textos mais coloridos de anti-semitismo do “Novo Testamento”: os “judeus não somente mataram o senhor Jesus e os profetas, como também nosperseguiram, e não agradam a D-us e são inimigos de todos os homens” (1 Tessalonicenses 2:15): Como diz “Ave Maria”, edição católica, de 1967, “os judeus eram agora rejeitados por D-us” (p. 1.535). Esse pensamento malvado serviu de pretexto, máxime pela mentira de que foram os judeus que assassinaram o messias dos cristãos, para respaldar a tese de ser a “vontade de D-us” a promoção de toda a sorte deperseguição do Povo de Israel, nestes quase vinte séculos de história da igreja.

1.8 O segundo marco dessa história mal contada e deturpada pelos cristãos, como bem sabido dos estudiosos, tem a ver com o tempo do bispo Dâmaso (papa Dâmaso), que determinou a “São” Jerônimo [viveu entre 342 EC a 420 EC] que precedesse a uma reforma no texto do “Novo Testamento”, para eliminar seus...
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