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A INSERÇÃO DAS PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS COM SÍNDROME DE DOWN NO MERCADO DE TRABALHO.

Rosenilde Fonseca Santos

RESUMO
De acordo com o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima-se que entre a população total de brasileiros haja cerca de 300 mil pessoas que nasceram com síndrome de Down. Com isso, também aumenta a necessidade futura deincluí-los no mercado de trabalho. Desde 1991 existe a Lei das Cotas, que obriga que as empresas privadas que tenham um quadro de funcionários superior a 100 pessoas preencham de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas com deficiência, incluindo os portadores de síndrome de Down. A falta de entendimento das diferenças entre os seres humanos no decorrer da existência das civilizações fez com que osdiferentes sempre fossem tratados de forma relativamente agressiva e confusa, por sua vez, usados rotulados, segregados, discriminados, excluídos e em alguns casos exterminados. Outras vezes pala mesma falta desse entendimento à própria pessoa diferente assume atitudes muito particulares como autopunição o isolamento e a agressividade. Para falarmos da profissionalização de uma pessoa com Síndromede Down a pesquisa realizada teve como principio básica a identificação dos fatores que dificultam a profissionalização das pessoas com Síndrome de Down, que conseqüentemente nos levou a identificar quem são as pessoas com necessidades educacionais especiais e com Síndrome de Down, e no decorrer da pesquisa levantar a importância de aceitar a viver com a diversidade, diferenciar os paradigmas deintegração e inclusão, e o impacto do segundo diante à educação e o emprego. A pesquisa realizada nos enriquece permitindo que tomemos consciências da injustiça que cometemos e do desperdício de talentos que temos ao segregarmos essas pessoas. As informações contidas neste material permitem ao leitor refletir sobre seus conceitos e atitudes e conscientizar-se de que ignorar as pessoas comdeficiência é um ato desumano, antiético e ilegal. 
Palavra Chave: Síndrome de DOWN, inclusão.
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Autora Rosenilde Fonseca Santos, Pedagoga (UVA), Especialista em ciências e matemática para as séries iniciais (UFPA), aluna do curso de pós graduação em educação especial com habilitação em libras (ISEPRO).

1 INTRODUÇÃO
SegundoDanielski em 1866 Jerone Lejeune Down descreveu as principais características que são expressas classicamente na figura da pessoa com síndrome, que leva seu nome. Mesmo antes disso, já haviam sido pintadas, desenhadas, e comentadas imagens que surgiram à síndrome, a primeira caracterização da mesma feita por J. L. Down ‘‘foi a Idiotia Mongólica’’ que em 1958 passou a ser reconhecido como síndrome deDown (S. D.), em Paris o fenótipo foi descoberto com o aumento do número de cromossomos, definido como principal causa da S. D a Trissomia do cromossomo 21.
Ainda no século passado, já se havia notado que estes pacientes tinham problemas de saúde e que os mesmos geravam maiores comprometimentos da sua qualidade de vida. O primeiro e o mais importante foi exposição a risco intelectual,sendo este acompanhado com grande freqüência de problemas cardíaco. Durante muito tempo não lhe foi dada a condição de atenção médica, e , conseqüentemente sua sobrevida era reduzida.
Segundo o Dr. Zan Mustachi:
Como conseguimos conhecê-los melhor ao longo destes anos, estamoshoje trabalhando com o principal intuito de esclarecer á família como um todo e á sociedade quanto possibilidade que temos a lhe oferecer em nível de investigação clinico, talvez não exista graus nem se quer culpados e mesmo...
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