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LABORATÓRIO DE ROCHAS E SOLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA GEOTÉCNICA
Instituto Superior de Engenharia do Porto – Departamento Engenharia Geotécnica Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431 4200-072 Porto. T 228 340 500. F 228 321 159 Email: lgmc.isep@isep.ipp.pt

DETERMINAÇÃO DA FORMA DAS PARTÍCULAS – ÍNDICE DE FORMA
NP EN – 933 – 4 – 2002 (AGREGADOS)

Data: Maio 2009 Versão: 02Determinação da Forma das Partículas – Índice de Forma NP EN – 933 – 4 – 2002

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Índice
1. Objectivo e Campo de Aplicação 2. Definições 3. Aparelhos e Utensílios 4. Dimensão e preparação dos provetes 5. Procedimento do ensaio 6. Expressão dos Resultados 7. Relatório de Ensaio

1. Objectivo e Campode Aplicação
Esta norma especifica o procedimento para determinação do Índice de Forma de agregados e aplica-se a agregados de origem natural e artificial, incluindo agregados leves. O procedimento especificado aplica-se a fracções granulométricas di /Di onde Di ≤63 mm e di ≥4 mm.

2. Definições
Para os objectivos desta Norma Europeia, aplicam-se as seguintes definições: Dimensão doagregado Designação do agregado em termos das aberturas inferior (d) e superior (D) dos peneiros, expresso como d/D. Esta designação admite a presença de algumas partículas retidas no peneiro superior (maiores que D) e outras passadas no peneiro inferior (menores que d). Fracção Granulométrica di/ Di Fracção de um agregado que passa pelo peneiro de maior abertura (Di) e é retido no peneiro deabertura menor (di). Provete Amostra usada integralmente num mesmo ensaio.

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Data: Maio 2009 Versão: 02
Determinação da Forma das Partículas – Índice de Forma NP EN – 933 – 4 – 2002

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Massa Constante Pesagens sucessivas efectuadas após secagem com pelo menos 1 hora de intervaloe não diferindo mais de 0,1%.
Nota: Em muitos casos, a massa constante pode ser obtida após a secagem do provete por um período de tempo predeterminado numa estufa e definida a (110 ± 5) °C. Os laboratórios de ensaio podem determinar o tempo necessário para se obter massa constante para tipos e dimensões específicas de amostras dependendo da capacidade de secagem da estufa utilizada.Comprimento da partícula L A dimensão máxima de uma partícula definida pela distância maior entre dois planos paralelos tangenciais à superfície da partícula. Espessura da partícula E A dimensão mínima de uma partícula definida pela distância menor entre dois planos paralelos tangenciais à superfície da partícula. As partículas individuais numa amostra de agregado grosso são classificadas combase na relação entre o comprimento L e a espessura E utilizando um paquímetro. O Índice de Forma é calculado como a massa das partículas com uma relação L/E> 3, expressa em percentagem da massa total seca das partículas ensaiadas.

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3. Aparelhos e Utensílios
− Paquímetro;

(Dimensões em mm) − Peneiros de ensaio, com aberturas de dimensão nominal de acordo com a EN 933-2 (0,063mm, 0,125mm, 0,250mm, 0,500mm, 1mm, 2mm, 4mm, 8mm,16mm, 31,5mm, 63mm, 125mm); − Tampa e recipiente de fundo adaptados aos peneiros; − Estufa ventilada, com controlo termostático demodo a temperatura de (110±5) ºC ou outro equipamento adequado à secagem dos agregados, sem causar qualquer alteração na granulometria; − Balanças, com uma resolução de 0,1% da massa que se pretende determinar; − Tabuleiros; − Máquina de peneiração (opcional).

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Data: Maio 2009 Versão: 02
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