Idade media - empo do mercador e da igreja

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4
2.1 TÍTULO NÍVEL 2 – SEÇÃO SECUNDÁRIA 4
2.1.1 Título Nível 3 – Seção Terciária 4
2.1.1.1 Título nível 4 – Seção quaternária 4
2.1.1.1.1 Título nível 5 – Seçãoquinária 4

3 EXEMPLOS DE ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 5
3.1 EXEMPLO DE GRÁFICO 5
3.2 EXEMPLO DE FIGURA 5
3.3 EXEMPLO DE QUADRO 6
3.4 EXEMPLO DE TABELA 6

4 CONCLUSÃO 7

REFERÊNCIAS 8

APÊNDICES 9
APÊNDICE A – Instrumento de pesquisa utilizado na coleta de dados 10

ANEXOS 11
ANEXO A – Título do anexo 12
INTRODUÇÃO

A Idade Média foi entre o século V e XV. Foi um tempodominado pelo medo, religião exagerada, extrema fragmentação social, política e economia europeia.
No livro de Nelson e Claudino Piletti[1], a História Medieval e dividida em sete capítulos. Para os temas abordados no trabalho vamos pegar informações do capítulo 3(O poder da igreja católica no mundo medieval), e o capítulo 6(O fortalecimento do comércio e das cidades).
A sociedademedieval era marcada pela fé em Deus e pelo controle da igreja católica, a instituição mais importante da Idade Média. A Idade Média durou cerca de mil anos. As pessoas viviam em unidades territoriais fechadas e extremamente protegidas, que recebiam o nome de feudos, e muitos eram servos de proprietário de terras e viviam conforme a vontade dos mesmos.
E é valido destacar que naquelaépoca, enquanto uma pequena parte da população estava no auge e no fortalecimento do comércio e das cidades, grande parte da sociedade passava fome e morria de epidemias, como a peste.







DESENVOLVIMENTO

No livro de Nelson e Claudino Piletti, a igreja católica se tornou a mais poderosa instituição da Idade Média, não somente por garantir a unidade religiosa, mas também aunidade política e a cultura em uma sociedade fragmentada. Como a igreja exercia um poder muito grande sobre a sociedade, ela ditava como nascia, crescia, pensava e morria.
Ao contrario da nobreza que tinha seus bens repartidos em certas situações, à igreja católica só acumulava riquezas, já que os bens não pertenciam aos religiosos, mas a instituição em si. E à medida que a riquezacrescia, os que ocupavam os cargos mais elevados da igreja distanciavam dos assuntos religiosos e se preocupavam com os assuntos materiais.
Segundo um texto da época: Deus quis que, entre os homens, uns fossem senhores e outros, servos, de tal maneira que os senhores estejam obrigados a venerar e amar a Deus e os servos estejam obrigados a amar e venerar o seu senhor [...].[2]Os cristãos não era a favor da igreja acumular riquezas e criticava a vida que os padres levavam. Lembrando que cristo levava uma vida pobre, muitos religiosos preferiram uma vida mais simples, surgindo assim, as ordens monásticas.
Ao falar do ressurgimento do comércio na Europa, não podemos esquecer de citar as cruzadas, pois elas contribuíram na relação entre o Ocidente e oOriente e para a abertura do mar Mediterrâneo aos mercadores da Europa ocidental. Com as cruzadas, muitos produtos que os europeus não conhecia passaram a ser conhecidos, como o gengibre, pimenta, açúcar, óleo de arroz, canela, figo, tâmaras e amêndoas. E muitos utensílios domésticos foram substituídos por utensílios mais modernos trazidos pelos mercadores.
Como os irmãos Pilettifalaram, que o modo de vida dos mercadores não estava fundamentado na agricultura nem na posse de terra, mas no comércio e no dinheiro. De maneira geral, eles utilizavam como rota comercial as antigas estradas romanas. Transportavam bens em comboios.[3] Nestas rotas eles realizavam grandes feiras, nelas podiam-se vender e comprar diversos tipos de mercadorias vindas de diversas partes do mundo....
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