Ias 36

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Contabilidade de Instituições Financeiras







CONFORMIDADE DOS BALANÇOS EM IFRS DE BANCOS COM AS NORMAS CONTÁBEIS INTERNACIONAIS

IAS 36

Impairment of Assets










ETAPA 1
2011










Etapa 1
IAS 36 – Impairment of Assets

Resumir pontos importantes da norma e preparar check list dos parâmetros de divulgação determinados pelas IFRS para analisar adivulgação das empresas.

Resumo dos pontos importantes


Páginas 1 à 6


Essa norma consiste na escrituração do valor dos ativos. O ativo deve ser contabilizado pelo seu valor recuperável. Caso isso não ocorra, deve-se reconhecer uma perda por imparidade. A norma trata também de reversão de perda por imparidade.

Norma aplicada a ativos que não sejam: inventários, ativos provenientesde contrato de construções, impostos diferidos, benefícios de empregados, ativos financeiros que se encaixem nos parâmetros do IAS 39, propriedades de investimento que sejam mensuradas por valor justo, ativos biológicos que sejam destinados a atividade agrícola que seja mensurada pelo valor justo menos os custos estimados de venda, custo de aquisição de diferidos e ativos intangíveis resultantedos direitos contratuais de uma seguradora sob contrato de seguros e ativos não correntes destinado a vendas.

Páginas 7 à 11

Um ativo intangível, com vida útil indefinida, ou ainda não disponível para uso, e o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) devem ser testados com relação à redução ao valor recuperável, pelo menos uma vez ao ano. Porém, se o valor recuperável ésignificativamente maior que o contábil, não há necessidade de se estimar novamente.
Se as taxas de juros aumentarem no período, a entidade não necessita fazer a estimativa do valor recuperável quando: a taxa de desconto do valor em uso não for afetada; não houver diminuição significati va no valor recuperável; for improvável a perda material por desvalorização.
Se houver indicação dedesvalorização, os métodos de depreciação, amortização e exaustão ou valor residual para o ativo devem ser revisados.
O valor recuperável é o maior valor entre o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa e o seu valor em uso.
Não é necessário estimar o valor justo e o valor em uso quando esse montante exceder o valor contábil do ativo.É possível determinar o valor justo líquido de despesas de venda, mesmo que um ativo não seja negociado em mercado ativo e caso o valor não seja confiável, pode-se usar o valor recuperável.
Se não é provável que o valor em uso exceda o valor justo o valor justo líquido de despesas de venda do ativo pode ser considerado como seu valor recuperável.
O valor recuperável é determinadopara um ativo individual, a menos que o ativo não gere entradas de caixa provenientes de seu uso contínuo, se esse for o caso, o valor recuperável é determinado para a unidade geradora de caixa à qual o ativo pertence, a menos que o valor justo líquido seja maior que o contábil e o valor em uso seja próximo do valor justo líquido.
O mais recente cálculo detalhado do valor recuperável detal ativo, efetuado em período anterior, pode ser utilizado no teste do valor recuperável para esse ativo no período corrente, desde que todos os seguintes critérios sejam atendidos: a) se o ativo intangível não gerar entradas de caixa decorrentes do uso contínuo; b) o valor recuperável exceder muito o valor contábil; c) for remota a probabilidade de que a determinação do valor recuperável correnteseja menor do que o valor contábil do ativo.
A melhor evidência do valor justo líquido de despesas de venda de um ativo é o preço de contrato de venda firme ajustado por despesas adicionais que seriam diretamente atribuíveis à venda do ativo.
Se não houver contrato de venda firme, mas se o ativo for negociado em mercado ativo, o valor justo líquido de despesas de venda é o preço...
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