Humanismo e anti-humanismo

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 16 (3809 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 17 de dezembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
URI – UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE PEDAGOGIA





HUMANISMO E ANTI-HUMANISMO




MICHELE SCHMITZ






PROFª. ALÉCIO VIDOR







FREDERICO WESTPHALEN, OUTUBRO DE 2003
URI – UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSODE PEDAGOGIA





TRABALHO À DISTÂNCIA DO LIVRO
HUMANISMO E ANTI-HUMANISMO






Trabalho apresentado por SCHMITZ, Michele, orientado por VIDOR, Alécio, como requisito parcial para obtenção do título de Licenciada em Pedagogia.















FREDERICO WESTPHALEN, OUTUBRO DE 2003



HUMANIISMO EXIISTENCIDISTA CRISTÃO


KIERKEGAARD – Pai doexistencialismo. Pós 1ª Guerra Mundial, um dos autores mais lidos e estudados. Sua teoria define-se no singular homem e seu valor contrapondo as teorias. Principalmente a teoria de forma do sistema representado por Marx que na época viviam o socialismo e no comunismo os moldes da humanidade.
Para Kierkegaard a perfeição do homem consiste em ser ele próprio, ai está a busca da sua singularidadeenquanto homem. Há ainda a doutrina dos três estados, o ético, o estético e o religioso onde cada um livremente faz sua escolha.
Para Marx e outros ateus Modernos e Contemporâneos, Kierkegaard no seu tempo embora se considerasse cristão criticou severamente a hipocrisia do cristianismo.
Gabriel Marcel aproxima-se dos três estados de Kierkegaard colocando a existência do homem no planodo ser e do ter:
Plano do Ter: existência alienada;
Plano do Ser: existência autentica;
Como inimigos declarados do homem que impedem a autenticidade e singularidade para Marcel, estão a razão, a sociedade e a técnica que dominam e escravizam o homem.
Enfatizando um relacionamento baseado na conclusão das pessoas.


HUMANISMO EXISTENCIALISTA ATEU


SARTRE: Oautor mais conhecido desde 1946 cuja conferencia realizada em Paris obteve grande repercussão dentro e fora da França. Alvo de criticas pelos Marxistas e Cristãos Sartre rebateu a todos colocando sua posição dividindo o existencialismo entre cristão e ateus defendendo sua concepção de homem como liberdade total e absoluta ou seja o homem é livre ao fazer sua escolha, e sendo assim ele também podeescolher adaptar-se a um padrão de vida, adotar uma postura, optar por uma posição. Sartre salienta no tocante a escolha há uma preferência há teoria Kantiana de que os atos humanos tem validade universal.
Sartre coloca inclusive condições e características para o homem existencialista:
Angustia: assolada no coração do homem manifestando-se para escolhas importantes, desta escolhasurge a sensação de desamparo quando o homem não tem com que contar a não ser com ele próprio sendo responsável por seus atos e por seus recursos de que dispõe, resulta assim no desespero onde as coisas acontecem independente da nossa vontade e que não teriam acontecido se houvesse uma realidade diferente. Sartre repele durante qualquer tentativa de procurar um “álibi” para sua própria incapacidadee fracasso.
O autor critica Sartre no tocante a sua tese que coloca o homem como liberdade absoluta de que essa mesma é anti-humana, anti-científica, e mítica e implica cada uma delas da seguinte forma:
Anti-humana: se o homem é livre para agir conforme Sartre, negando a existência de Deus não há mais valores nem motivação, sem esta não há sentido para a própria vida.Anti-científica: se há constatações exatas por parte das ciência humanas e naturais, esta é dos condicionamentos da liberdade que Sartre, com demasia da facilidade nega em bloco.
Mítica: se a escolha funamental do homem é colocada em sua origem e ninguém sabe qual é, a exemplo de Sartre que defende como total e absoluta essa escolha, o autor considera utopia.
Quanto ao Marxismo que culpa o...
tracking img