Gigantomaqia

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Esta é uma obra de ficção, sem
nenhuma relação com pessoas,
entidades e/ou eventos reais.

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Resumo do livro anterior, Gigantomaquia - A História de
Mei
Na primeira parte desta história testemunhamos o
reaparecimento dos Gigas, gigantes malignos que haviam sido
aprisionados por Atena nas profundezas da Sicília, no distante
passado das lendas mitológicas.
Depois deconseguir escapar de alguma forma, nos dias
de hoje, os Gigas seqüestram a Amazona Yuu-ri. Seiya e Shun
recebem a missão de resgate, sendo incumbidos também de
verificar a integridade do selo de Atena. Seu meio-irmão Mei,
atuando agora como um dos agentes secretos do Santuário, é
escolhido pa-ra guiá-Ios nessa aventura pela Sicília.
Mas a mente de Mei havia sido dominada pela “Vontade”
deTífon, o mais poderoso dos Gigas. Mesmo tendo sido
transformado em uma espécie de marionete dessa influência
maligna, Mei consegue reunir forças para se arrepender da
traição, consciente do fato de que sua fraqueza possibilitou
a ressurreição dos Gigas.
À beira da morte, Mei é salvo pelo grandioso a-mor de
Atena, recebendo uma Armadura de Cavalei-ro - o traje
sagrado de Coma Berenices, quepassa a ser sua constelação
protetora. Para Mei, esse é o começo da guerra contra o seu
destino, escrito nas es-trelas desde os tempos da mitologia.
Enquanto isso, Tífon, ressuscitado, deixa para trás seus
oponentes...
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PREFÁCIO
EQUIDNA
O Santuário.
Vemos duas figuras nos aposentos ao fundo da Sala
do Grande Mestre: uma menina-moça e um rapaz.
- Consegue me ver, Mei?
- Saori... - ojovem de cabelos prateados está deitado
numa cama, e desperta lentamente. Em pé diante dele está
uma donzela de beleza ímpar: a jovem encarnaçáo da deusa
Atena. - Eu... estava dormindo? - pergunta Mei, percebendo
que veste uma túnica de tecido macio.
O mais novo guerreiro de Atena já não está mais com
febre nem suado, e em seu corpo não sobrou nenhum sinal
das marcas das garras do Giga Tífon.Sobreviveu ao ataque,
mas seu rosto pálido e sem cor dá a ele a aparência de uma
pessoa muito doente.
- Você dormiu por mais de dez dias - explica a deusa,
como se contasse a um náufrago quanto tempo esteve longe
de casa.
Mei se lembra da batalha travada na Sicília contra os
Gigas, gigantes mitológicos de tempos imemoriais, mas custa
a recordar os detalhes. Aos poucos vai se lembrando deque
tinha sido usado como uma marionete pela vontade do
ressuscitado deus Tífon, e que por Isso havia perdido quase
todo seu Cosmo.
- Dez dias... Tudo isso...
- Mas estou aliviada... - suspira Atena. - Sua respiração
era quase imperceptível... achei que nunca mais ia acordar. -
A garota abre seu coração de forma surpreendentemente
indefesa, tratando-se de uma deusa.
Por alguma razão, parecehaver uma complexa mistura
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de sentimentos entre Saori e Mei, algo muito mais abrangente
do que uma simples relação entre mestra e servo.
- Tenho uma surpresa para você - diz Atena,
gentilmente. - Uma pessoa que está aqui para lhe ver.
Ao sinal da deusa aproxima-se do leito uma figura
extremamente cerimoniosa, um homem alto, de cabeça
raspada, vestindo um smoking preto.
- Tatsumi? Évocê? - pergunta Mei em um tom de
surpresa.
- Que bom que o senhor está vivo! - diz o homem, com
as feições carrancudas se desmanchando numa torrente de
lágrimas. - Este seu criado... não tem palavras para descrever
a alegria...!
Trata-se de Tokumaru Tatsumi, administrador da
Fundação Graad, e dedicado mordomo da família Kido.
- Quer dizer então que você continua prestando serviços
para asenhorita Saori? - pergunta Mei. O garoto guarda ainda
a imagem de Tatsumi como uma espécie de babá ou guardacostas
da garota, impressão compartilhada na infância por
todos os cem órfãos reunidos pelo falecido Mitsumasa Kido
para se tornar Cavaleiros.
- Sim, senhor! Como o mestre Mitsumasa ficaria feliz
se pudesse estar aqui comigo!
- Faz sentido... - continua Mei. - Atena é também a...
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