Fratura de colles

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS-UEG
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA



FRATURA DE COLLES


ANDRESSA FERNANDES CORREA
ANNA PAULA F. COELHOJORDANA SOARES SANTIAGO
WALDIR DA SILVA LIMA

ABRIL-2012
PORANGATU-GO

ANDRESSA FERNANDES CORREA
ANNA PAULA F. COELHO
JORDANA SOARES SANTIAGO
WALDIR DA SILVA LIMA

FRATURA DE COLLES

Trabalho apresentado ao
Professor Nelson D.G. da Silva
Da disciplina de Anatomia
Da turma do 1º ano, turno matutino
Do curso de Licenciatura
Educação Física.

UEG-PORANGATU
ABRIL-2012
SUMÁRIO

1- PATOLOGIA --------------------------------------------------- 04
2- ETIOLOGIA---------------------------------------------------- 05
3- DIAGNOSTICO ----------------------------------------------- 06
3.1 ASPECTOS CLINICOS -------------------------------- 06
3.2 ASPECTOS RADIOGRAFICOS --------------------- 06
4- PROGNOSTICO ---------------------------------------------- 07
5- TRATAMENTO ------------------------------------------------ 08
5.1 TRATAMENTOCLINICO ------------------------------ 08
5.2 TRATAMENTO FISIOTERAPICO ------------------- 09
6- CONSIDERAÇÕES FINAIS --------------------------------- 10
REFERENCIAS BLIBLIOGRAFICAS ------------------------ 11
WEBGRAFIA --------------------------------------------------- 11

1. Patologia

A fratura de Colles é uma fratura que ocorre na metáfise distal, expandida do radio. É afratura mais comum em adultos com mais de 50 anos de idade, e em crianças de 0 a 6 anos de idade, ocorre com mais frequência em mulheres do que em homens.
Deste modo, esta fratura tem a mesma incidência de idade e sexo que a fratura do colo do fêmur e pela mesma razão: ambas as fraturas ocorrem em osso que se tornou acentuadamente enfraquecido de osteoporose senil e pós-menopausa.
Referenteafrequência e o sexo atingido, há três épocas cronológicas com características notáveis:
1.ª Idade - 0 aos 19 anos; muito frequente, com grande predomínio masculino.
2.ª Idade - 20 aos 49 anos; quase rara, sem predomínio de sexo.

3.ª Idade - 50 anos acima é muito frequente, com grande predomínio feminino. É a mais numerosa das três 45% e domina diariamente o clínico, não só pela frequência:acima de tudo, porque responde incansavelmente mal ao tratamento de rotina.

2. Etiologia

A incidência de fratura de colles é particularmente alta quando as condições e mancha são escorregadias, pois o mecanismo típico da lesão e como segue: O paciente escorrega ou tropeça, e numa tentativa de evitar a queda, toca o chão com a mão aberta, antebraço pronado, e quebra o punho. Portanto as forçasque fraturam a extremidade distal do rádio combinam não só dorsiflexão e desvio do radial, mas também supinação, todas assim explicando a deformidade da fratura.
Por cada 100 pessoas que sofre a fratura de colles, 95% a 96% refere-se a uma queda por desiquilíbrio acidental, provocado por um pequeno obstáculo por onde se anda, piso escorregadio, depressão imprevista, subir ou descer degraus.
Defato que nas crianças ocorrem de formas variadas,das quais são os jogos - iniciação à patinagem, à bicicleta, ao skate e as novas experiências, ou qualquer outra atividade, na qual as mãos podem ser usadas para evitar uma queda para frente em velocidades relativamente altas. O que denomina é a queda de pequena altura ou, na maioria, ao nível de onde se anda, e para frente na direção do movimento....
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