Ficlhamento de alice no pais das maravilhas

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  • Publicado : 24 de setembro de 2012
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Capítulo 1
Para baixo na toca do coelho


No mesmo instante, Alice entrou atrás dele, sem pensar como faria para sair dali. (...). pág. 3

     (...) “Vamos, não há razão para chorar assim”, disse Alice. “Eu lhe aconselho deixar isso pra lá neste minuto.” Normalmente ela se dava bons conselhos (embora raramente os seguisse) e às vezes repreendia-se tão severamente que chegava a ficar comlágrimas nos olhos, e uma vez ainda lembrava-se de ter tentado boxear suas próprias orelhas por ter trapaceado consigo mesma em um jogo de críquete que jogava com ela mesma, pois essa curiosa criança gostava de fingir ser duas pessoas. (...) pág. 6


Capítulo 2
A lagoa de lágrimas


Oh! Meus pobres pezinhos, quem é que vai colocar seus sapatos e meias para vocês, queridos? Eu tenho certeza queeu não serei capaz! (...). Alice começou então a planejar consigo mesma como faria isso (...). Pág. 7



Capítulo 4
O coelho manda Bill O Lagarto


(...) “Eu sei que algo interessante vai certamente acontecer”, ela disse para si mesma, “sempre que eu bebo ou como alguma coisa por aqui. Então, vou ver o que esta garrafa faz. Eu espero que me faça crescer novamente, eu estou realmentecansada de ser essa coisinha.” (...). pág. 14.




Capítulo 5


Conselho de uma lagarta

A Lagarta e Alice olharam-se uma para outra por algum tempo em silêncio: por fim, a Lagarta tirou o narguilé da boca, e dirigiu-se à menina com uma voz lânguida, sonolenta. 
“Quem é você?”, perguntou a Lagarta.
Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastantetimidamente: “Eu — eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então”.
“O que você quer dizer com isso?”, perguntou a Lagarta severamente.
“Explique-se!” “Eu não posso explicar-me, eu receio, Senhora”, respondeu Alice, “porque eu não sou eu mesma, vê?”
“Eu não vejo”, retomou a Lagarta.
“Eureceio que não posso colocar isso mais claramente”, Alice replicou bem polidamente, “porque eu mesma não consigo entender, para começo de conversa, e ter tantos tamanhos diferentes em um dia é muito confuso.”
 “Não é”, discordou a Lagarta.
 “Bem, talvez você não ache isso ainda”, Alice afirmou, “mas quando você transformar-se em uma crisálida — você irá algum dia, sabe — e então depois disso em umaborboleta, eu acredito que você irá sentir-se um pouco estranha, não irá?”
 “Nem um pouco”, disse a Lagarta.
 “Bem, talvez seus sentimentos possam ser diferentes”, finalizou Alice, “tudo o que eu sei é: é muito estranho para mim”.
“Você!”, disse a Lagarta desdenhosamente. “Quem é você?”
O que as trouxe novamente para o início da conversação. Alice sentia-se um pouco irritada com a Lagartafazendo tão pequenas observações e, empertigando-se, disse bem gravemente: “Eu acho que você deveria me dizer quem você é primeiro.”
 “Por quê?”, perguntou a Lagarta.
Aqui estava outra questão enigmática, e, como Alice não conseguia pensar nenhuma boa razão, e a Lagarta parecia estar muito chateada, a menina despediu-se.
“Volte”, a Lagarta chamou por ela. “Eu tenho algo importante para dizer!”
Issosoava promissor, certamente. Alice virou-se e voltou.
“Mantenha a calma”, disse a Lagarta.
“Isso é tudo?”, retrucou Alice, engolindo sua raiva o quanto pôde.
  “Não”, respondeu a Lagarta. (...) pág. 19



Capítulo 8
O jogo de críquete no campo da rainha

 
(...) Uma grande roseira imperava na entrada do jardim: as rosas que nela cresciam eram brancas, mas havia três jardineiros que seocupavam em pintá-las de vermelho. Alice achou que aquilo era uma coisa estranha e aproximou-se para ver melhor. (...) pág. 33
(...) A Rainha ficou vermelha de raiva e depois de encará-la por um momento como uma fera selvagem, começou a gritar: “Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe...”
 “Besteira!”, retrucou Alice, em tom alto e decidido, e a Rainha calou-se.
  O Rei pousou sua mão sobre o braço...
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