Fichamentos

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Universidade Federal de Roraima












Graciano Pereira Pontes









Introdução a Libras


Professora Waldinéia Silva de Andrade











Boa Vista – RR
2012
Primeiro Texto:

SILVA, ANGELA CARRACHO DA. A representação social da surdez: entre o mundo acadêmico e o cotidiano escolar.
In: Surdez e bilinguismo / Eulália Fernandes, org. ;Ronice Muller de Quadros... (et al.)
Porto Alegre: Mediação, 2005. Páginas 39-50.

FICHAMENTO Nº 01 – Página 39

“Entretanto, há um imenso abismo entre o mundo acadêmico e o cotidiano escolar. Este cotidiano nos revela, ainda hoje, uma grande lacuna entre o que é proposto em lei, o desenvolvimento do conhecimento produzido nas universidades e a realidade de nossas escolas no que se refere àeducação do surdo”.

Comentário:

A Educação Inclusiva e a legislação brasileira


No Brasil, muitas leis municipais, estaduais e federais foram feitas para defender o direito das pessoas com deficiência. Diversas leis federais e estaduais, inspiradas na Constituição Federal de 1988, determinam que o aluno com deficiência tem direito e deve receber, na classe comum da escolacomum, todo o atendimento específico que necessitar.
O conceito Inclusão para o MEC (Ministério da Educação e Cultura) “ a inclusão se constitui a promoção da educação inclusiva, fundamentada no princípio da universalização do acesso à educação e na atenção à diversidade, requer uma filosofia de educação de qualidade para todos. Na busca deste pressuposto é essencial o desenvolvimento de umapedagogia centrada na criança, a ampliação da participação da família e da comunidade nos espaços educacionais, a organização das escolas para a participação e aprendizagem de todos os alunos e alunas e a formação de redes de apoio à inclusão ”.
O movimento pela inclusão se constitui numa postura ativa de identificação das barreiras que alguns grupos encontram no acesso à educação e tambémna busca dos recursos necessários para ultrapassá-las, consolidando um novo paradigma educacional de construção de uma escola aberta às diferenças. Dessa forma, promove a necessária transformação da escola e das alternativas pedagógicas com vistas ao desenvolvimento de uma educação para todos nas escolas regulares.

Assim, a implantação de propostas com vistas à construção de uma educaçãoinclusiva requer mudanças nos processos de gestão, na formação de professores, nas metodologias educacionais, com ações compartilhadas e práticas colaborativas que respondam às necessidades de todos os alunos.


Segundo Texto:

PERLIN, GLÁDIS T. T. Identidades surdas.
In: A surdez: Um olhar sobre as diferenças / org.: Carlos Skliar
Porto Alegre: Mediação, 2005, 3ª edição. Páginas 51-73FICHAMENTO Nº 02 – Página 54

(...) o estereótipo sobre o surdo jamais acolhe o ser surdo, pois imobiliza-o a uma representação contraditória, a uma representação que não conduz a uma política da identidade. O estereótipo faz com que as pessoas se oponham, às vezes disfarçadamente, e evitem construção da identidade surda, cuja representação é o estereótipo da sua composição distorcida einadequada.

Comentário:

Tudo o que é minoria, em menor quantidade, por muitos isso é considerado anormal, considerado diferente.
Ainda hoje, o ser humano não está preparado para lidar com as diferenças e diversidades. Por mais que se fale em inclusão e integração, aquelas pessoas que têm alguma necessidade especial, sempre sofrem algum tipo de preconceito, seja na escola ou nasociedade na qual estão inseridas.
Acredito que sempre haverá preconceito com relação ao diferente. A diferença sempre será algum incômodo para aqueles que se consideram perfeitos.
Lidar com as diversidades sejam elas raciais, sociais, econômicas ou religiosas, não é fácil. Aprender a viver em comunidade é saber lidar com as diferenças de qualquer natureza.
O preconceito nasce do...
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