Fichamento toyota

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Diretoria de Ciências Exatas
Engenharia de Produção Mecânica
9º SEMESTRE - Turma A

Fichamento

Texto : A máquina que mudou o mundo – Capítulo 5 Wolmack, James
P. - Rio de Janeiro, Campus 1992 ISBN85-7001742-1


A líder de mercado nos anos 80, a GENERAL MOTORS, já começou a planejar um substituto para sua recém-lançadalinha de carros, antevendo possíveis lançamentos de seus concorrentes Ford, Toyota e Honda que encurtariam a vida de seus produtos.
A GM, preocupada com a concorrência iniciou um demorado e oneroso processo de desenvolvimento de um novo carro, nos moldes antigos de desenvolvimento departamental, com sua estrutura funcional que lançava modelos novos a cada 10 anos. Esta por acreditar que umaequipe de projeto isolada não funcionaria por ficarem isolados das tecnologias atuais da fábrica e criando soluções que estariam se sobrepondo a outras encontradas dentro da própria empresa, opta por dividir a tarefa dos funcionários em seus respectivos departamentos entre suas funções de rotina e o programa de desenvolvimento.
Baseada no conceito de produção em massa, o Presidente da GM AlfredSloan, determina que fosse compartilhado o maior número possível de peças para que obtenha-se o ganho em escala, conceito este que já vinha sendo implementado desde 1930.
Em 1959, a GM iniciou a produção de carros de pequeno porte, com os mesmos componentes básicos(motores, chassis, etc.) em quatro divisões, onde voltados a clientes com perfil diferentes, deveriam ser satisfeitos com perfil delataria estilizado para o publico alvo.
Após iniciada a descentralização, com suas quatro novas divisões, o próximo passo da GM foi a criação de um novo modelo de desenvolvimento, denominado GM-10. Como coordenador foi denominado Robert Dorn, então chefe de engenharia da Divisão Pontiac, com um grande orçamento( 7 bilhões de dólares) e um pequeno quadro sem residência foi iniciado o projeto.Foram feitas inúmeras pesquisas entre as quatro divisões, sobre o padrão de vendas e o público alvo, para que alcançassem um consenso entre todos para a tomada de decisão. Concluída esta fase onde se determinou o “Norte do projeto”, com dados base do modelo, tamanho, consumo, custo estimado de venda.
A equipe de Dorn então procura a divisão de estilo para elaborar o desing com esboçosrudimentares. Estes elaboram modelos detalhados em argila, onde os aprovados transformam-se em protótipos reais demostrados à clientes onde é feita nova pesquisa de reação.
Tomadas as milhares de decisões, o projeto avança para divisão de carrocerias onde milimétricamente são verificadas a possibilidade de se

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aproveitar ao máximo peças dos modelos existentes e o que e como teria de se projetar do zero.
Ainda com sua pequena equipe e sem poder sobre outras gerências o programa estava esgotando seu prazo previsto de 5 anos. Além da dificuldade em lidar com as áreas preocupadas com seus afazeres ligados diretos a produção, o prolongamentodo projeto trouxe fatores externos como o lançamento do Ford Taurus, a mudança de perfil dos clientes, até que a insatisfação gerou a renúncia de Dorn.
Gary Dickenson assume a grande tarefa de transferir do estágio de engenharia até então o projeto para o parque fabril da GM. Continuo-se a estourar os prazos e logo após “viabilizar” a produção, Dickenson muda de atribuição e passa para PaulSchimidt a incumbência de supervisionar o lançamento.
O recém-impossado Schimidt assume toda responsabilidade sobre a nova produção da GM 1988-1990 enquanto os concorrentes lançam sua segunda geração da década. O GM-10 ainda foram competitivos, mas sofreram duras perdas de mercado para seus concorrentes. Alguns segmentos da linha anterior ao GM-10 ainda se mantém lucrativos e a GM continua a...
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