Fichamento de magistro

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FACULDADE INTERMUNICIPAL DO NOROESTE DO PARANÁ
CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Gedielson Lima Peixoto

Fichamento: De Magistro (AGOSTINHO, 1979)

Disciplina: Bases Filosóficas Aplicadas à Educação Física
Professor: Cleder M. Beliere

QUERÊNCIA DO NORTE
2012
1. CONCEPÇÃO DE CORPO
“– Aceitarias que por uma destas qualidades fosse chamadas palavras (‘verba’ de ‘verberare’ : percutir, bater(...)? E o primeiro termo assim se chamasse por causa do ouvido (...)?” (AGOSTINHO, 1979, p. 171)

“(...) Creio porém, que compreendes como este nome trissílabo ‘vitium’(vicio), quando o pronunciamos, é melhor, como som, do que seu significado;” (AGOSTINHO, 1979, p. 181)

“– Acreditas pois, que tal conhecimento (dos vícios), apesar de nos tornar mais mesquinhos, teria de ser preferido?” (AGOSTINHO,1979, p. 182, grifo meu)

“(...) os próprios sentidos são instrumentos de que a mente se serve para conhecer as coisas externas.” (AGOSTINHO, 1979, p. 186)

2. CONCEPÇÃO DE ALMA
“(...) onde está a dúvida, senão no espírito?” (AGOSTINHO, 1979, p. 164)

“– Aceitarias que (...) (por outra qualidade) fosse chamadas nomes (‘nomina’, de ‘nosco’: conhecer)? E (...) assim se chamasse (...) por causa doespírito?” (AGOSTINHO, 1979, p. 171, grifo meu)

“(...) o conhecimento das coisas é mais importante que os sinais que as exprimem.” (AGOSTINHO, 1979, p. 181)

“(...) moral, a mais excelsa disciplina com que se educa o espírito (...).” (AGOSTINHO, 1979, p. 182)

“– Agrada-me a tua dúvida, porque revela uma alma sem leviandade, e isto garante imensamente a tranqüilidade.” (AGOSTINHO, 1979, p. 183)

3.PAPEL DO PROFESSOR
“(...) se fala para ensinar ou para recordar. Pois, mesmo quando interrogamos, nada mais pretendemos do que fazer saber ao interlocutor o que dele queremos ouvir.” (AGOSTINHO, 1979, p. 176)

“(...) ensinar é melhor que falar, e assim o discurso é melhor que a palavra. Muito melhor que as palavras é, portanto, a doutrina.” (AGOSTINHO, 1979, p. 181)

“(...) Devemos pois,acreditar que quem não sabe pode ensinar?” (AGOSTINHO, 1979, p. 187)

4. PAPEL DO ALUNO
“Parece-me que quem pergunta – qualquer coisa que eu faça após a indagação para que aprenda – não o pode aprender através da própria coisa, que deseja lhe seja mostrada.” (AGOSTINHO, 1979, p. 182)

(...) Mas quem seria tão tolo em mandar o seu filho à escola para que aprenda o pensamento do professor? Mas quandotiverem exposto com palavras todas as disciplinas que dizem professar, inclusive as que concernem à virtude e à sabedoria, então os discípulos irão considerar consigo mesmos se as coisas ditas são verdadeiras, consultando a verdade interior conforme sua capacidade. E é então que, finalmente, aprendem; (AGOSTINHO, 1979, p. 188)

5. CONCEPÇÃO DE ENSINO
“(...) de fato, é evidente que quando falamosqueremos ensinar;” (AGOSTINHO, 1979, p 162)

“(...) Diga-me pois, nossas perguntas terão outro motivo que não ensinar o que queremos àquele a quem perguntamos?” (AGOSTINHO, 1979, p. 162)

“– Vês, pois, que nosso propósito ao falar é apenas ensinar.” (AGOSTINHO, 1979, p. 162)

– Diga-me, nunca viste alguém conversar com os surdos por gestos, e os próprios surdos entre si também por gestos, perguntam,respondem, ensinam ou indicam tudo que querem, ou quase tudo? Se é assim, então podemos indicar sem palavras não as coisas visíveis, mas também os sons, os sabores e as outras coisas semelhantes. Também os histriões, nos teatros, expõem sem palavras e interpretam peças inteiras, na maioria das vezes através de mímica. (AGOSTINHO, 1979, p.166)

– Confesso que não é possível prescindir de sinais, seformos inquiridos no curso da ação; pois, se nada for acrescentado à ação que estamos realizando, nosso interlocutor poderá supor que não queremos responder-lhe, ignorando-o, continuamos a nossa ação. Mas se alguém nos indagar de coisas que podemos fazer, não enquanto as fazemos, podemos mostrar-lhe a própria coisa fazendo-a, antes que com um sinal, em resposta ao que ele pergunta. (AGOSTINHO,...
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