Falando sobre as teorias e modelos nas ciências contábeis

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UNIVERSIDADE DE BARRA MANSA
Curso de Graduação em Ciências Contábeis









Análise Crítica:

Falando sobre as teorias e modelos nas Ciências Contábeis



Por


Márcio de Azevedo Oliveira














Barra Mansa
Agosto, 2010


Análise Crítica:
Falando sobre as teorias e modelos nas Ciências Contábeis



Por

Márcio de Azevedo Oliveira_____________________________________
Professor José Roberto Cabral





Barra Mansa
Agosto, 2010

ANÁLISE CRÍTICA – Falando sobre as teorias e modelos nas Ciências Contábeis.

DE ANDRADE MARTINS,Gilberto. Artigo: Falando sobre as teorias e modelos nas Ciências Contábeis. Atualidade Contable FACES. Mérida, Venesuela. Ano 9, n° 13 JUN./DEZ., 2006 (42-53).

Introdução, objetivo e relevância
Gilberto de Andrade Martins apresenta, neste artigo, conceitos e funções das teorias e modelos aplicados nas ciências contábeis. O tema é importante para entendermos como se deve dirigir umainvestigação e a importância das teorias no trabalho científico.


Objetivo do autor
O autor tem o objetivo de apresentar, discutir, explicar e dar como exemplo os significados de teoria e modelo dentro de processo de construção de uma investigação, buscando entender corretamente estas categorias fundamentais do discurso científico e profissional.

Quais os argumentos do autor, como o desenvolveu?O autor começa dizendo que “Ao buscar a solução de um determinado problema científico, ou encontrar evidencias para provar uma hipótese de investigação, o pesquisador assim como o profissional da área contábil, deve evidenciar de forma clara e precisa as teorias e modelos que estarão servindo de apoio para sua investigação”.
Ao expor essa afirmação, ele trata de demonstrar o quesignificam teorias e modelos, suas funções e valores, trazendo um aparato de conceitos e significados sobre este assunto. Afirma que ao se construir um trabalho científico, encontra-se diversas expressões contraditórias e ambíguas sobre teoria. Diz ainda que “são entendidas como idéias que não podem ser verificadas ou medidas”. O que o faz concluir que nas ciências sociais aplicadas, interpretaçõeserrôneas como estas provocam controvérsias e conduz as pesquisas cientificas por caminhos preocupantes.
O autor destaca que a validade de uma teoria depende de suas capacidade de cumprir com suas funções e o seu grau de compreensão. As teorias norteiam o pesquisador dentro da investigação, orientando a busca dos fatos, dando critérios para observação e relacionando o que deve ser observado. Eletraz a idéia que a hipótese origina a teoria. Ao pesquisar sobre o assunto ele entende que, de inicio, surgem “generalizações brutas”, em seguida, “generalizações mais amplas”, e assim até se chegar à teoria.
Segundo Gilberto, além do cálculo e regras de correspondências, um terceiro elemento foi introduzido nas teorias: O modelo. Baseado em estudos feitos, o autor faz uma distinção entremodelos científicos e não científicos. Diz que “um modelo não cientifico é uma miniatura de um objeto real ou imaginário”. Ainda dentro deste tema, pode significar modelo como arquétipo, digno de ser imitado, como vestidos da moda, e ainda modelo como cópia da realidade, como o quadro de um pintor. O modelo científico é aquele que pode servir para demonstrar a consistência de uma teoria, que porsua vez, poderá ser considerada consistente se possuir um modelo.
O autor ainda expõe outros conceitos e pontos de vista com respeito aos modelos e apresenta diversas classificações sobre eles: modelos explicativos, físicos, formais, icônicos, analógicos, simbólicos, taxonômicos, explanatórios ou descritivos, preditivos e normativos. Gilberto cita um conceito para demonstrar o valor de um...
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