Extintores

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Extintor ABC - conheça este novo aliado na sua segurança!

Seg, 12 de Setembro de 2005 15:43
Desde a aprovação pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) da resolução nº 157 – do uso do extintor de incêndio automotivo com pó “ABC” – os carros produzidos no Brasil ficaram mais seguros contra princípio de incêndio. A lei passou a valer para os veículos produzidos a partir de janeirode 2005.

Os extintores veiculares em uso até hoje são capazes de apagar princípios de incêndio de classes B e C. Entenda-se por classe B os combustíveis líquidos: óleo, gasolina, álcool e outros. E por classe C, materiais elétricos energizados que no automóvel são exemplificados pela bateria do carro e fiação elétrica e outros dispositivos elétricos.
Já os novos extintores de incêndioveiculares com pó ABC são dotados de uma tecnologia que os tornam mais eficientes do que os atuais equipamentos próprios para classes B e C, uma vez que são capazes de apagar princípio de incêndio também da classe A. Entenda-se por classe A materiais sólidos combustíveis, como revestimentos, estofamentos, pneus, painéis, tapetes, puxadores etc.
Além da maior capacidade extintora, que, de maneirasimplificada podemos dizer que é a quantidade de fogo que o extintor consegue apagar, a outra vantagem do “ABC” sobre o “BC” é a sua garantia que é de cinco anos. Lembramos que até dezembro de 2004, o veiculo zero Km vinha com o extintor original de fabrica de pó químico seco, “BC”, o qual possuía três anos de garantia e os recondicionados, um ano. Essa mudança beneficia o consumidor porque o novoequipamento é mais seguro, mais potente e o prazo de garantia é maior.
Com a aprovação da resolução, a utilização do extintor veicular com pó “BC” terminou em 2004. Sua substituição pelo extintor “ABC” está sendo gradual, entre 2005 e 2009, à medida em que for vencendo o prazo de validade do teste hidrostático dos vasilhames de extintor (cilindro) e não da carga.
O novo extintor utiliza como agenteextintor o pó químico à base de monofosfato de amônia e sulfato de monoamônio no lugar do antigo pó químico seco à base de bicarbonato de sódio. Além disso, o cilindro passa a ter validade para cinco anos e não é reciclável. Uma vez utilizado o motorista deve descartá-lo e adquirir um novo.
A não utilização do extintor ABC nos prazos previstos resultará em multa de R$ 127,69, o que na prática sódeverá ocorrer plenamente a partir de janeiro de 2010, e atualmente para os veículos produzidos a partir de janeiro deste ano.
Apesar de todos os avanços tecnológicos e a introdução de novos sistemas de segurança nos automóveis, os números de incêndios veiculares são altos. Segundo informações colhidas junto ao Centro de Operações do Corpo de Bombeiros - COCBMERJ, no ano de 2004, o fogo em veículosfoi responsável por 2.344 eventos de socorro em todo o Estado do Rio de Janeiro, ou 6,4 carros por dia (32 carros a cada cinco dias), em média, e isso sem levar em conta os diversos outros eventos de fogo em veículo não registrados pela Corporação porque, provavelmente, foram controladas pelos próprios ocupantes dos veículos, antes mesmo de que fôssemos chamados e, seguramente, com o uso dosextintores automotivos.
O risco de incêndio está presente em razão do aumento extensivo do uso de materiais combustíveis nos veículos, tais como, plásticos, borrachas, conduítes, painéis, bancos, tapetes, puxadores das portas etc. E o controle destes materiais, realizado com base no índice de propagação de chamas de 250 mm por minuto, não é rigoroso o suficiente para determinar a segurança contraincêndio nos veículos. Estes produtos inflamáveis presentes nos carros podem se ignizar a partir de um curto-circuito ou falha elétrica e, conseqüentemente, podem terminar provocando um princípio de incêndio. Em resumo, não promovem adequadamente a seleção dos materiais.
Tão grave quanto isto é o vazamento do combustível através das mangueiras de distribuição do veículo. Em vários acidentes o...
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