Estocolmo

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INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

KÉZYA FRIZZERA NUNES
MAARÍLIA MIRANDA DE SOUZA
NATÃ CARLOS LIRA MADEIRA

CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO - 1972

VITÓRIA – ESPÍRITO SANTO
2013

KÉZYA FRIZZERA NUNES
MARÍLIA MIRANDA DE SOUZA
NATÃ CARLOS LIRA MADEIRA

COFERÊNCIA DE ESTOCOLMO - 1972

Trabalho da disciplina de Química Ambiental apresentado ao professor Robinson Pimentel Garcia Juniorcomo complementação de conhecimentos adquiridos durante aula teórica.

VITÓRIA – ESPÍRITO SANTO
2013

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO........................................................................................ 4
2 ASPECTOS HISTÓRICOS ANTECESSORES À CONFERÊNCIA...... 5
3 A POSIÇÃO DO BRASIL NA CONFERÊNCIA........................................ 7
4 EVOLUÇÃODA TUTELA AMBIENTAL APÓS A CONFERÊNCIA...... 10
5 CONCLUSÃO.......................................................................................... 12
REFERÊNCIA............................................................................................. 15 ANEXOS..................................................................................................... 161. INTRODUÇÃO

Com o intuito de promover estratégias para compensar os danos causados por desastres ambientais, devido o grande crescimento na indústria, onde é gerada uma grande exploração dos recursos naturais que altera as condições no meio ambiente e trazendo consequências para a sociedade, foi realizada, nos dias 5 a 16 de junho de 1972 a Conferência das Nações Unidas sobre o MeioAmbiente Humano (PASSOS, 2009), em Estocolmo na Suécia. Devido à localidade ficou conhecido com a Conferência de Estocolmo (LAGO, 2006).
O evento foi a primeira grande reunião sobre o meio ambiente organizado pela ONU. Participaram representantes de 113 nações, de 250 organizações não governamentais e de organismos da ONU, como resultado foi obtido a Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, umacarta que aborda os princípios de comportamento e responsabilidades que deveriam nortear as decisões sobre políticas ambientais (LAGO, 2006).

2. ASPECTOS HISTÓRICOS ANTECESSORES À CONFERÊNCIA

Desde o início da década de 1950, eram perceptíveis os impactos da industrialização sobre o meio ambiente. O “Smog”, que ocorreu na Inglaterra, foi o marco inicial e causou a morte de cerca de oitomil pessoas (MARQUES, 2005). Desastres como a poluição da baía de Minamata, no Japão, e a questão do DDT, também marcaram o início da percepção da consequência da intervenção do homem no meio ambiente (MARQUES, 2005).
A partir de 1960, houve uma atenção maior em relação às consequências que poderiam ser encontradas devido à falta de água, extinção de espécies e toxidade dos solos e percebeu-se queera um problema de atenção mundial (PASSOS, 2009). Ainda nos anos 60, os EUA lutavam pelos direitos civis, em questão da Guerra do Vietnã e priorizavam novos padrões de comportamento, na qual, também era trabalhado sobre os direitos do consumidor (LAGO, 2006). Em 1968, a União Soviética enterrou o sonho tcheco do “socialismo com rosto humano” e estabeleceu a doutrina do ex-presidente americano,James Monroe (LAGO, 2006).
Distante dos dois centros de poder, que constituíam a excelência da Guerra Fria, concentravam-se questionamentos na busca de soluções para os graves problemas sociais e econômicos. Em vários países em desenvolvimento o temor à expansão do comunismo refletia em regimes autoritários que buscavam legitimar sua presença no poder com resultados marcantes na área econômica. NaÁfrica e na Ásia ainda havia o sofrimento do impacto causado pela descolonização, as novas ideias e os desafios desenvolviam-se no contexto aparentemente incontornável da Guerra Fria. (LAGO, 2006)
Em virtude da preocupação dos problemas ambientais, no ano de 1968, um grupo de cientistas, que ficou conhecido como Clube de Roma, reuniu-se na intenção de criar estratégias para esta problemática,...
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