Escolaridade brasileira

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  • Publicado : 3 de abril de 2013
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A intertextualidade entre os dois textos acontece no segundo ato da charge, quando o outro personagem diz que “li, mas não entendi quase nada”. Ou seja, com o conhecimento que elehavia adquirido em outro texto de que o Brasil ocupa a penúltima posição em um índice comparativo de desempenho educacional feito com dados de 40 países, ele não consegue compreender comoa taxa de escolarização dos brasileiros entre 5 e 17 anos já passa de 93%.

É, no mínimo, incompreensível que um país que quando comparado aos demais ocupa a penúltima colocação emdesempenho educacional, possa ter uma taxa de escolarização tão alta. Em outras palavras, algo vai errado com a educação brasileira.



Fica clara a intertextualidade entre os doistextos, no fato do aluno querer marcar a resposta errada em sua prova, porque ele já sabe da notícia que o Estado pagará ao aluno que está com baixo desempenho em matemática o valor de R$50.

A charge ironiza o programa do Estado quando mostra o empenho do aluno em marcar a resposta errada para receber o valor em questão.

A linguagem verbal se apresenta quando oaluno usa de palavras para se comunicar com o colega. A linguagem não verbal está nos outros alunos que, em silêncio, podem estar marcando a resposta errada para serem contemplados peloprograma do Estado.


A intertextualidade se apresenta na primeira parte da charge mostrando que as notas do aluno não evoluem, ou seja, estão estagnadas assim como o Ideb do paísapontado no texto.

O autor da charge, a partir da interpretação do texto em questão, vai mais além quando apresenta a situação real da educação brasileira: alunos com baixo índice dedesempenho escolar e a péssima remuneração dos professores no Brasil. É claramente uma crítica ao governo que não prioriza a educação, seja no aprendizado ou na valorização do professor.
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