Escola e familia

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
PEDAGOGIA

SALETE DA LUZ CARVALHO












trabalho interdisciplinar INDIVIDUAL
ESCOLA E FAMÍLIA



















São Mateus do Sul
2012


SALETE DA LUZ CARVALHO

















trabalho interdisciplinar INDIVIDUAL
ESCOLA E FAMÍLIATrabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Sociologia da Educação, Psicologia da Educação I, Processo Educativo no Contexto Histórico e Teoria Geral do Conhecimento.
Profs. Bernadete Strang, Carlos Eduardo de Souza Gonçalves, Marcia Bastos e Okçana Batini.Tutora eletrônica: Marielle Tirapelle Rodrigues
Tutor(a) de sala:




São Mateus do Sul
2012


INTRODUÇÃO

O trabalho teve o objetivo de compreender como são estabelecidas as relações entre escola e a família de crianças com baixo rendimento escolar, enfocando a política educacional que teve grande impacto na educação escolar dos últimos anos, ouseja, a Progressão Continuada. A adoção de ciclos no sistema educacional torna-se permitido com o advento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394/96. Esta Lei, também conhecida como Lei Darcy Ribeiro, em seu artigo 32 no 2o parágrafo, autoriza as Instituições de Ensino a adotarem os ciclos no Ensino Fundamental. No caso específico do Estado de São Paulo, esse Regime foi implementado após aDeliberação do Conselho Estadual de Educação, CEE 09/97, fundamentada na LDB e na indicação do CEE no 08/97. As escolas, no Estado de São Paulo, a partir de 1998 passaram a serem divididas formalmente em ciclo I (englobando as antigas 1a, 2a, 3a e 4a séries) e Ciclo II (englobando as antigas 5a, 6a, 7a e 8a séries). De acordo com a indicação 08/97, a adoção desse novo Regime deixaria de procurar osculpados pela não-aprendizagem, não apontando mais pais, professores e alunos como “vilões”. Essa modificação seria possível, pois, passaria a buscar explicações que não fossem pessoais e sim institucionais. Afirma ainda que a avaliação deixaria de ser o pilar decisório da aprovação ou reprovação. O conceito de retenção seria substituído pelo conceito de aprendizagem progressiva e contínua doaluno longe, de julgamentos e medidas.













DESENVOLVIMENTO

Escola e família

Os resultados demonstram que os participantes consideram a relação família escola
como um fator positivo para o desenvolvimento da criança. A comunicação e o
envolvimento (BHERING; SIRAJ-BLACHTFORD, 1999) foram as categorias mais
salientadas, sendo a primeira a mais discutida por todos ossujeitos.
A comunicação entre os ambientes é considerada pelos sujeitos como sendo
fundamental para o desenvolvimento das crianças. De acordo com Bronfenbrenner
(2002, p. 167): “o potencial desenvolvimental da participação em múltiplos ambientes varia diretamente com a facilidade e a extensão da comunicação de duas vias entre esses ambientes”. Assim, é crucial que família e escola mantenham-se emconstante contato. Das possíveis formas de comunicação indicadas pelos sujeitos, as reuniões escolares são destacadas como momento primordial de relação entre os pais e a escola, apesar de relatarem os possíveis encontros nas entradas e saídas dos alunos. As reuniões consolidam-se, portanto, como o principal canal de informação institucionalizada. (HOMEM, 2000). A presença da família no contextoescolar é indicada como imprescindível pelos sujeitos da pesquisa. Bronfenbrenner (2002) define a participação presencial da família na escola, e vice-versa, como vínculos suplementares, ou seja, pessoas que convivem em ambiente diferentes (microssistemas), mas são impelidas a se relacionar devido a um indivíduo que transita entre os dois contextos, no caso a criança. As reuniões são formas de tais...
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