Enfermagem

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2. Tipo de controle
Varias medidas podem ser desenvolvidas para o controle de pragas, as quais tanto podem ser usadas em saúde pública, como na agricultura. Tais ações devem, sempre que possível, ser colocadas em praticas, a maneira mais racional de controlar algum tipo de praga, na perspectiva de evitar ou minimizar maiores danos.
Os tipos de controle são:
2.1 Controles mecânico
Ocontrole mecânico compreende técnicas bastante simples e eficazes, representando algumas vezes, alto investimento inicial, porém com resultados permanentes, pois envolvem ações de saneamento básico e de educação ambiental, como:
* Drenagem e retificação de criadouros;
* Coleta e destino adequado de lixo;
* Destruição de criadouros temporários;
* Telagem de janelas.
2.2. Controlebiológico
O controle biológico consiste na repressão de pragas utilizando inimigos naturais específicos, como predadores, parasitos ou patógenos.
Considera-se controle biológico natural, a ação dos inimigos naturais biológicos sem a intervenção do homem, ou artificial, quando há interferência humana. Na natureza nem sempre se consegue a abundância de inimigos biológicos e este problema afeta aeficácia do controle, fazendo com que seja necessária a intervenção humana para proteger e incrementar a ação desses agentes.
O controle biológico pode ser feito com o uso dos seguintes organismos:
* Predadores: são insetos ou outros animais (peixes, etc.) que eliminam as pragas de forma mais ou menos violenta, sugando-lhes a hemolinfa ou consumindo seus tecidos:
* Parasitos: sãoorganismos como nematoides e fungos que vivem ás expensas do corpo de outro inseto (hospedeiro), alimentando-se de seus tecidos, ocasionando a morte, ao mesmo tempo em que completam seu desenvolvimento biológico;
* Patógenos: são microorganismos, entre eles alguns vírus, bactérias, protozoários ou fungos que agem provocando enfermidades e epizootias entre as pragas e vetores.

2.3. Controle legalO controle legal implica no uso de instrumentos jurídicos (leis e portarias) que exigem, regulamentam ou restringem determinadas ações, podendo-se lançar mão com eficácia, nas questões de saúde pública, sobretudo, pelas autoridades municipais. Assuntos como coleta e destinação adequada de resíduos sólidos, regulamentação de atividades econômicas criticas (ferro-velho, borracharias),limpeza de terrenos baldios, educação ambiental, são pontos preponderantes e decisivos que devem ser abordados nas leis orgânicas municipais. Vale ressaltar que tais questões, somadas a outras, contribuem para mudança de hábitos, conscientização, enfim, para melhoraria das condições de vida da população.
2.4. Controle químico
O controle químico pressupõe o uso de produtos químicos para eliminarou controlar vetores de doenças ou pragas agrícolas. É a última alternativa de controle a ser utilizada, uma vez que outras ações menos agressivas e eficazes devem ser prioritárias. Recomenda-se que a utilização de substâncias químicas seja restrita a situações de emergência ou quando não dispuser de outra ferramenta de intervenção.
2.5 Ações educativas
As ações educativas sãofundamental importância para o controle de doenças transmitidas por vetores. O controle da dengue e exemplo claro de que, quando as ações educativas são devidamente valorizadas e implementadas, traz como consequência a redução ou mesmo a não utilização de inseticidas.
A população é a principal responsável pela proliferação do vetor Aedes aegypti, ao permitir que o mosquito viva ao seu redor, masse for devidamente conscientizada, torna-se a principal aliada na resolução do problema.
Mesmo para que outros métodos alternativos tenham sucesso, o envolvimento e a participação da comunidade são essenciais.
Outra importante função das ações educativas é a tarefa de contribuir para conscientizar os servidores de campo, acerca da necessidade de usar os equipamentos de...
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