End....1111

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 8 (1960 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 29 de outubro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
CONTROLE DE TRINCAS NO METAL BASE GERADAS DURANTE SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO DO FLANGE À CALOTA DE RECIPIENTES DE GLP DE ALTA CAPACIDADE UTILIZANDO FLUXO AGLOMERADO
Article Template for Publication in the IIW International Congress, 2nd Latin American Welding Congress and XXXIV Consolda
(1)

Antônio Cordeiro Souza
(2)

Kenji Camey José Adelino Pessoa do Santos (3)

RESUMO Na tentativa dedesenvolver um fluxo aglomerado como opção à utilização de fluxo fundido, para a soldagem de flanges à calota de recipientes de GLP, fabricados com aço ARBL - alta resistência e baixa liga, observou-se uma tendência de ocorrência de trincas no metal base. Para permitir as modificações no projeto do consumível, eliminando a formação de tais trincas, uma caracterização foi realizada através demicroscopia ótica e eletrônica. Os resultados indicaram a necessidade de desenvolver um fluxo aglomerado com a granulometria mais fina e reduzir a corrente de soldagem para que o cordão de solda se tornasse similar ao usualmente obtido com fluxo fundido. Palavras-Chaves: soldagem de botijões de GLP, fluxos fundidos, fluxos aglomerados, Arco Submerso, trincas no metal base. ABSTRACT A higher tendencyfor metal base cracking was observed during submerged arc welding of flanges at caps of high capacity GLP gas bottles while using agglomerated fluxes compared to fused fluxes. Gas bottles were produced using high strength low alloy steels (HSLA). Optical and electron microscopy analysis were performed to investigate these cracks. The purpose of this characterization was to provide informationneeded to allow adjustments on flux design. Metal base cracking was controlled at levels observed for fused flux by using a finer agglomerated flux and lower welding current. Key-Words: Gas bottles welding, fused flux, agglomerated flux, SAW, cracks _______________________________________________________________ (1) Engº de Soldagem, Gerente Técnico, Lincoln Electric do Brasil; Guarulhos, SP (2) EngºMetalurgista, Ph.D., Departamento de Qualidade de Assistência Técnica, Cosipa/Sistema Usiminas; Cubatão, SP. (3) Engº Mecânico – Diretor Industrial – Amtrol Alfa – Guimarães – Portugal.

1. INTRODUÇÃO Ao longo da última década, o mercado de botijões para GLP se transformou, demandando recipientes de maior capacidade. Além do antigo botijão de 13 kg, atualmente, também são produzidos tanquesestacionários que têm capacidade de armazenamento de gás bem superior, até ~2000 kg. A fabricação destes obedece as normas internacionais, acrescidas de requisitos próprios de cada país. Os botijões de baixa capacidade são mais comumente produzidos com chapas de aços C-Mn. Já os de maior capacidade exigem aços de maior resistência, usualmente microligados. A fabricação do corpo destes botijões demaior capacidade, que é o caso deste estudo, utiliza a soldagem por arco submerso. A junta é de topo, sendo o equipamento utilizado do tipo “seam welder”, no qual as bordas da chapa calandrada é presa por mecanismo pneumático e, na parte inferior, existe um “backing” de cobre, responsável por modelar o cordão de solda do lado interno do botijão. Em estudo anterior1, envolvendo o mesmo tipo de botijãodo atual, foi demonstrado que uma contaminação de cobre do “backing”, proveniente do seu desgaste em serviço, estava associada a uma redução da ductilidade do cordão de solda em temperaturas elevadas, aumentando sua susceptibilidade a trincas transversais. Na parte superior destes botijões, a calota, é soldado ao flange que usualmente exige a utilização de fluxos fundidos, um consumível conhecidopor sua excelente homogeneidade química, baixa umidade e raramente higroscópico. Portanto, com características interessantes para este tipo de situação onde se exige penetração total. Porém, em função do seu processo de fabricação ser mais complexa envolvendo altas temperaturas e exigindo operação de moagem, o seu preço é mais elevado que o do fluxo aglomerado. Já no caso dos fluxos aglomerados,...
tracking img