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Mudanças estruturais na economia determinam a redução das taxas de juros no Brasil, avalia BC

26/01/2012 - 8h43 * Economia

Kelly Oliveira Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) avalia que houve “mudanças estruturais significativas na economia brasileira”. A informação consta da ata da última reunião do comitê que decidiu, porunanimidade, no dia 18 deste mês, reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano. Foi o quarto corte seguido de 0,5 ponto percentual.Segundo o Copom, essas mudanças “determinaram recuo nas taxas de juros em geral, e, em particular, na taxa neutra [juro real que permite o crescimento, sem pressões nos preços]”. “Apoiam essa visão, entre outros fatores, a reduçãodos prêmios de risco, consequência direta do cumprimento da meta de inflação pelo oitavo ano consecutivo, da estabilidade macroeconômica e de avanços institucionais.”Além disso, acrescenta o Copom, “o processo de redução dos juros foi favorecido por mudanças na estrutura dos mercados financeiros e de capitais, pelo aprofundamento do mercado de crédito bem como pela geração de superávits primários[economia para o pagamento de juros da dívida pública] consistentes com a manutenção de tendência decrescente para a relação entre dívida pública e PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país]”.Para o Comitê, “todas essas transformações caracterizam-se por um elevado grau de perenidade – embora, em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais etemporárias possam ocorrer”. O Copom considera ainda que as transformações “contribuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez”. O Copom também avalia que têm contribuído para a redução das taxas de juros no país, o aumento da oferta de recursos externos e a redução no seu custo de captação.Além disso, a desaceleração da economia brasileira nosegundo semestre do ano passado maior do que se esperava e a postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia também contribuem para a redução da Selic. “O Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla ataxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”.

Governo pretende continuar freando a valorização do Real frente ao dólar, diz MantegaCOMENTE

SÃO PAULO - Com o objetivo de inibir o aumento do preço de mercadorias brasileiras, o Governo afirmou nesta terça-feira (20) que adotará os mecanismos necessários para impedir que o Real volte a se valorizar em relação ao dólar.O pronunciamento foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista realizada em Montevidéu, capital uruguaia. No entanto, o ministro não chegou aestabeleceu um patamar para o moeda norte-americana no próximo ano.Mantega lembrou que há alguns meses o dólar valia R$ 1,5 e que o governo adotou medidas para reverter esse quadro, considerando que tal patamar prejudicava a indústria brasileira. "Quando o real se valoriza, encarece a mercadoria brasileira, tanto no mercado externo quanto no interno. Fica dificil exportar; no mercado interno, osprodutos brasileiros competem com mercadoria estrangeira, que chega com câmbio baixo, manipulado e manuseado", explicou Mantega.Efeitos da crise para América Latina Durante encontro de ministros da área econômica do Mercosul, o ministro avaliou a conjuntura internacional e os efeitos da crise sobre a América Latina. O Brasil negocia também um mecanismo de defesa comercial para o bloco econômico quereúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e Paraguai. O acordo pode ser anunciado no fim da reunião.A proposta defendida por Mantega é permitir aos países do Mercosul aumentar, de forma unilateral, as alíquotas de importação de 100 a 200 produtos em até 35% - o máximo permitido pela OMC (Organização Mundial do Comércio). Atualmente, é aplicada uma mesma TEC (Tarifa Externa Comum) para esses...
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