Ecoterapia

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INTRODUÇÃO



Este trabalho de pesquisa , tem objetivo de abordar a Equoterapia como um método científico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde , educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiências ou com necessidade especiais .O praticante de equoterapiarepresenta a pessoa portadora de deficiência ou com necessidades especiais que estiver em ação diante das atividades equoterápicas. As atividades consistem na interação entre o sujeito e o cavalo , onde passará a desencadear o processo de reabilitação.
Este trabalho englobará o histórico da equitação, os movimentos do homem e do cavalo, o papel do instrutor, todos essestópicos sendo dissertados no primeiro capítulo.
Já no segundo capítulo será abrangido os seguintes tópicos, bases e fundamentos, fundamentações teóricas, programas equoterápicos, bem como a importância do trabalho dos pedagogos e psicólogos no tratamento de pessoas portadoras de deficiências ou com necessidades especiais.
Finalizando, o terceiro capítulo falarásobre os distúrbios da aprendizagem, e como ela se apresenta. Delimitará alguns fatores como; psicógenos, ambientais e intelectivas como também os benefícios que a equoterapia traz ao paciente. E para abrilhantar o trabalho, será mencionado um caso clínico de um paciente portador de deficiência e distúrbios de aprendizagem.








CAPÍTULO I

Equitação

1. – Visão históricaNeste capítulo, a equitação tem um papel importante a desempenhar na concretização da arte eqüestre, contribuindo para a construção do conhecimento histórico e ajudando-nos sempre rememorar o esquecido, para que se torne possível mais do que nunca reconstruir a história.
É válido supor, que no contexto histórico da humanidade, o mundo eqüestre no século XX, mostre um toque pessimistadiante de suas atividades e participações em atividades eqüestres. Mesmo tendo, esse século iniciado com um número expressivo de cavalos e de espetáculos eqüestres a equitação minguou a partir da terceira década.
Segundo Rink (2004, p. 01), temos a divisão dos ciclos eqüestres em quatro fases: a primeira foi de 1900 a 1924 – que traduz um período cheio - este ciclo representa aimportância e o uso do cavalo sob os aspectos mais diversificados, indo desde a guerra ao uso doméstico e de terapia.
A Segunda, ocorreu de 1925 a 1939 – retrata como fase minguante – nesta fase tanto o cavalo, como a equitação minguam, pois perderam lentamente espaço para os novos inventos, principalmente na área dos transportes. Já , a terceira fase compreende de 1940 a 1969 – chamou deeclipse – após a Segunda Guerra Mundial, deu-se a perda da importância militar do cavalo, os sobreviventes da comunidade eqüestre tentaram reconstruir o mundo do cavalo como ele era antes, no entanto com muito fracasso.
Na Quarta e última fase compreende de 1970 a 1999 – período crescente – porém, o século XX foi particularmente perdido, na tentativa de reconstruir um modelo eqüestre que nãocabia mais no figurino de uma sociedade moderna, mas no entanto ocorreu uma crescente preocupação em resgatar a equitação e a importância do cavalo.
Nessa perspectiva, não há dúvidas que os primeiros anos do século XX, haverá o período cheio novamente, onde o mundo eqüestre será aquele retratado de 1900 a 1924
O que parece claro é a abordagem do pessimismo retratado, secomparado com o período cheio, frente a identidade tanto da equitação como do cavalo que ficaram assolados na maior parte do século XX.
Rink (op. cit.), menciona que o general Decarpentry, juiz de adestramento de 1933 a 1947 pela Federação Eqüestre Internacional escreveu o livro Équitation Académique publicado em 1949, sendo este um discípulo dos métodos de François Boucher e L’Holte,...
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