Economia nacional e internacio

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  • Publicado : 22 de abril de 2013
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1 INTRODUÇÃO


Muito se discute hoje em dia, sobre a economia brasileira e mundial e este é o tema abordado neste trabalho. Informações sobre a economia mundial como: crescimento de diversos países, Brasil, Japão, EUA, Reino-unido e outros, serão abordado de forma clara e suscinta. Também abrodaremos temas como a Dívida pública, Dívida externa, Reservas monetárias nacionais einternacionais, inflaçao inclusive questões ambientais que interferem diretamente na economia mundial.
















2 A ECONOMIA BRASILEIRA HOJE

"O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em consequência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico,auto-sustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo.
Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar,em curto e médio prazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentaçãodo crescimento e não fator para o seu aviltamento."

2.1CRESCIMENTO


O Brasil continuará lutando em 2013 para voltar a crescer em meio a um mundo dominado pela difícil agenda da crise europeia.
Ainda países como os EUA, Japão e Reino Unido encontram-se também pesadamente endividados e deverão acompanhar o desastre econômico-financeiro da Zona do Euro. Até mesmo a Alemanha sentirá essepeso. A economia brasileira tem andado de lado por temer ser atingida em voo por todo esse processo que começou pela Grécia e Espanha, mas promete apanhar muitos outros países de modo e dimensão ainda desconhecidos. Em vez de esperar, o governo da presidente Dilma Rousseff decidiu agir de modo inovador em 2012, passando a atuar politicamente para reduzir aos poucos a taxa básica de juros SELIC econtrolar a taxa de câmbio a partir de abril. Até então, o câmbio era somente favorável a importações e interesses externos. Some-se a isso uma inédita reviravolta que o governo provocou no sistema financeiro também em 2012, em que Caixa e Banco do Brasil passaram a reduzir seus juros, trazendo todo o mercado para novos patamares.
Essas mudanças pró-ativas formam um movimento pensado econtínuo pelo crescimento, que precisará de alguns meses para começar a tomar corpo.
A redução dos juros pagos pelo governo passou a contribuir na outra ponta pelo início da redução dos impostos. Já a taxa de câmbio na faixa de R$ 2,20 (ou mais) o dólar poderá ser alcançada aos poucos para não apertar demais a inflação e reativar o esforço exportador das indústrias. A economia brasileira ainda émuito fechada e todo seu comércio exterior soma apenas 20% do PIB. Reformas que vão do ajuste cambial ao custo da eletricidade, passando por tributos e revolução logística, podem colocar o país em vantagem competitiva justamente em um momento mundial decisivo.

2.2 DÍVIDA PÚBLICA


O Brasil ainda tem um Estado endividado. Sua Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) representa emtorno de 40% do PIB. Em função disso, ele retém para as suas necessidades 80% do crédito disponível, tornando ainda mais caro o restante para a nação.
Não há como negar que, no atual governo Dilma Rousseff, ainda existe um controle visando o equilíbrio entre inflação, contas fiscais e contas externas, além da contínua redução da relação dívida/PIB.
A dívida pública federal encerrou 2012 em R$...
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