drogas

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DROGAS NA VIDA É UMA DROGA!
Por Luis Augusto
Vivemos uma triste realidade em nosso país: os jovens brasileiros estão usando drogas cada vez mais cedo. E segundo os especialistas, a iniciação hoje ocorre entre os 12 e 13 anos. O primeiro passo nessa direção pode acontecer aos 11 anos, idade em que eles começam a provar bebidas alcoólicas. Embora o uso de drogas não tenha o tom de contestaçãodos anos 60 e 70, ainda é visto como um comportamento adulto.
O fato é que além de experimentar muito cedo, os adolescentes também estão consumindo mais. Entre 1993 e 1997, quadruplicou o número de jovens que fumavam maconha mais de seis vezes por mês. É o que aponta estudo do Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), realizado com 15 mil estudantes de 1o e 2o graus emdez capitais. Segundo o psicólogo Içami Tiba, especialista em jovens: "O adolescente tem menos defesas biológicas, seu organismo ainda está em formação. Quanto mais cedo começam a usar, maior é o risco de dependência".
Muitos pais, ao se depararem com um caso de drogas em casa, chegam aos consultórios com a ideia de que o melhor é internar o filho. Mas os especialistas dizem que internação é umrecurso extremo e estudos científicos mostram que 85% dos casos são tratados sem necessidade de internação. As clínicas de desintoxicação são indicadas para dependentes que tenham algum problema mental ou psíquico associado, ou quando existe risco de suicídio. Vale também para os casos em que já se tentou de tudo, sem respostas.
Fonte:http://www.canalminassaude.com.br/noticia/serie-de-reportagens-perfil-do-usuario-de-drogas-e-pontos-chave-do-tratamento/

A DESTRUIÇÃO DO SER HUMANO
Por Anna Beatrice
As histórias de viciados e ex-viciados são muitas, vários depoimentos demonstram que isso é uma praga social que afeta não só o nosso país, mas o mundo, é um mercado paralelo que gera dinheiro para financiar violência e crimes. Vamos mostrar abaixo alguns depoimentos de usuários dedrogas.
Depoimentos
Angelo Pugliese, 29 anos, vendedor
“Depois de uma década usando cocaína, conheci o crack em 2007, quando tinha 27 anos. Não sentia vontade de fazer mais nada a não ser usar a droga. Fumava inclusive no trabalho. Nessa época, eu morava em Itu (SP) e era técnico em uma fábrica de sucos. Consumia trinta pedras num dia. Gastava de 5 a 10 reais em cada uma. Cheguei a estourar ocheque especial em cerca de 7 000 reais.
Como faltava muito ao emprego, fui demitido e minha família me internou numa clínica. Fugi depois de três dias. Quando voltei para casa, meu irmão e minha mãe me expulsaram (o pai deixou a família quando ele tinha 11 anos). Fui morar com um primo em Guarulhos. Não demorei muito para frequentar a Cracolândia. Ali, vivia perambulando pela rua e conseguiadinheiro como flanelinha. O mais importante era fumar e acalmar a fissura.
Depois de dois meses em São Paulo, voltei para minha casa em Itu. Peguei um cartão de crédito e comprei umas coisas nas Casas Bahia para trocar por droga. Nesse dia de paranoia, tomei álcool com energético misturado a várias drogas. Com raiva do meu irmão, que tinha me expulsado de casa, tentei matá-lo. Fui levado para adelegacia e depois me senti muito envergonhado. Decidi então me internar. Fiquei 52 dias e acabei de deixar a clínica (ele saiu no último dia 18).
Estou limpo há dois meses e arrumei um emprego como vendedor numa loja de motos. Por saber que tenho uma doença progressiva, incurável e fatal, frequento reuniões de grupos de dependentes anônimos. Não me considero recuperado, mas sim em recuperação. O maisimportante é que meu irmão me perdoou.”
Fonte:
http://www.linkatual.com/depoimentos-usuarios-drogas.html
Crack: "Em três tragos, estava viciado"
Por Henrique Skujis e Maria Paola de Salvo | 02/06/2010
     “Sou de um tempo em que usar maconha era sinal de contestação. Sempre tive uma vida boa. Filho de sociólogos, morei seis anos nos Estados Unidos. Saía do Colégio Equipe, onde estudava, e...
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