Drawback

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UNIVERSIDADE _______
CURSO ____________

NOME _____

CONSIDERAÇÕES SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR E DRAWBACK

LOCAL
2005

NOME _____

CONSIDERAÇÕES SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR E DRAWBACK

Monografia apresentada a Universidade ___________ para conclusão do curso de ___________.

ORIENTADOR: Prof. _____________

LOCAL2005

NOME _____

CONSIDERAÇÕES SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR E DRAWBACK

Aprovada em: _____________________________________

ASSINATURA

ASSINATURA

ASSINATURA

ASSINATURA

Este trabalho é dedicado a todos aqueles que me ajudaram a concluir o presente curso.

AGRADECIMENTOS

Aos professores e colegas do curso, minha admiração e meu agradecimento.Aos meus familiares e amigos, o meu carinho, sempre.

“Para fazer as coisas de maneira diferente, você precisa ver as coisas de maneira diferente”.

Paul Allaire, CEO da Xerox Corporation

Sumário

1. INTRODUÇÃO

2. COMÉRCIO EXTERIOR

2.1 Histórico
2.2 Modelos teóricos e testes de empresas exportadoras

3.GLOBALIZAÇÃO E COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA

3.1 Globalização e os Fluxos de Comércio
3.2 Panorama da Economia Brasileira
3.3 O setor externo

4. regimes aduaneiros especiais

4.1 Drawback – conceitos
4.2 Modalidades e submodalidades de drawback
4.3 Drawback no Brasil
4.4 Foco na modalidade suspensão

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

INTRODUÇÃO

O Brasilexporta muito pouco, participando com menos de 1% do comércio internacional. Aliás, o país estagnou nesse percentual tão pequeno, bem abaixo do seu potencial, há dez anos, desde a abertura da nossa economia para o mercado mundial, efetuada pelo presidente Fernando Collor de Mello, nos idos do ano de 1990.

A abertura da nossa economia, posição irreversível, deixa uma grande dúvida
para apequena empresa em como se preparar para entender o mercado externo, como obter condições técnicas e financeiras como também organizar-se administrativamente para enfrentar países economicamente poderosos.

As compreensões dos limites do processo de liberação comercial são importantes para o entendimento da atual fase da internacionalização produtiva no seu aspecto concorrencial.Conforme argumenta Dias, (BAUMANN, 1996, p.67), ao discorrer sobre os processos liberalizantes na órbita do antigo GENERAL AGREEMENT ON TARIFFS AND TRADE (GATT), gerido pela atual Organização Mundial do Comércio: “A liberalização do comércio se concentrou em indústrias caracterizadas pela especialização internacional intra-industrial, economias de escala, diferenciação de produto, e concorrênciaimperfeita.”

Nas indústrias de mercados mais concorrenciais, acordos de ‘restrições voluntárias de exportação’ ou de ordenamento de mercado foram os instrumentos utilizados, em nível plurilateral, para disciplinar o acesso a mercados. As últimas, por serem normalmente indústrias mais tradicionais, são as que, em maior número, apresentam-se nos países mais pobres.

Por outro lado,iniciativas como a criação de acordos regionais, como a, União Européia, North American Free Trade Agreement (NAFTA) demonstram muito bem os limites e as condições em que se processa a liberalização em escala mundial, uma vez que estes acordos definem regras preferenciais aos seus participantes.

Tema esse que foi objeto de manifestação de alguns países, que consideram muito frouxo oartigo 24 do GATT, que permitiu na época a formação de blocos regionais.

Seus pontos de vista nesse artigo ferem o espírito que norteou a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), baseado na não discriminação de regras sob a égide da cláusula da ‘nação mais favorecida’, ou que o que vale para um país deve valer para o outro.

Esses acordos mundiais deram suporte as barreiras...
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