Dr. helder rodrigues lopes

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  • Publicado : 23 de novembro de 2011
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O Elixir da Vida Eterna, mil e uma história, mitos e lendas sobre a busca Homem pela Vida Eterna.
Pelo caminho foram descobrindo elementos e conjugações que se revelaram importantes para a evolução da Humanidade, mas o que é certo é que o Elixir da Vida Eterna continua um mistério. Como um Mistério continua outros tantos fenómenos e acontecimentos ainda na actualidade.
Mas apenas quantoao Elixir da Vida Eterna podemos nós aqui reflectir sobre esta persistente necessidade que o Homem tem de o descobrir, se de um objecto se tratar, ou, de produzir a formula mágica, se de uma junção química se tratar.
Interroguemo-nos primeiro porquê esta necessidade?
- Será por um factor intrínseco à mentalidade Humana, de necessitar de ter sobre Tudo o que lhe rodeia uma explicação e odomínio?
- Será por Medo?
- Será por considerar uma Injustiça?
- Será por Narcisismo?
- Será porquê?
Para cada uma delas existem várias linhas de reflexão, que na maioria não respondem, mas sim acrescem outras tantas novas questões.
Contudo entre as várias linhas de reflexão, existe uma que particularmente me motiva.
- A Aceitação da Perda como Fenómeno deAprendizagem.
Seguimos este caminho.
Intrínseco à Perda está o Luto.
A todo o processo emocional que se desencadeia após uma perda, denomina-se por Luto. Não é exclusivo do Homem, e para além de ser uma experiencia emocional é sobe tudo uma experiencia física intelectual, social e espiritual.
A relação do Eu com o objecto da perda é determinante para a vivência do processo de Luto.O Luto contextualizado na perda de um ente querido torna-se na maior experiencia traumática que o Ser Humano enfrenta.
Que se desdobra por:
• Manifestações Emocionais, (Depressão, Angustia, Culpa, Cólera, Revolta para com a Crença, Solidão, alivio sobre o sofrimento do ente querido).
• Comportamentos (Agitação, Fadiga, Choro Recorrente, Desorientação, DesorganizaçãoPsicológica e Apatia).
• Atitudes (Auto-reprovação por comportamentos para com a pessoa falecida, Baixa Auto-estima, Desespero, Apatia, Irrealidade, Duvidas em relação aos próximos, Isolamento principalmente Social, Saudade, Alucinações e Idealização).
• Manifestações Fisiológicas (Perda de Apetite, alterações de Peso, Alteração do Ciclo do Sono, Somatizações como por exemplo doresmusculares, falta de ar, perturbações na visão, nó na garganta e taquicardia.
Os modelos tradicionais de descrição sobre as fases do Luto têm vindo a perder força demonstrativa. Na verdade cada vez se torna mais evidente que deve ser essencialmente um processo de Confrontação e de Exteriorização de sentimentos, assente na diversidade exclusiva de cada um e não ter que corresponder as fases ouestádios de modelos estruturados.
Afinal, o que podemos nós aprender com este fenómeno, que nos está tão intimamente ligado como o próprio Nascimento?
Morrie Schwartz afirmou, “Aprendam a viver a saberão como morrer; aprendam a morrer e saberão como viver”.
O acontecimento da Morte demonstra a Vulnerabilidade da nossa Existência. A Morte desperta entre outros o Sofrimento.
OSofrimento é um sentimento que caminha connosco, faz parte de nós, contribui de forma significativa para o nosso crescimento até talvez mais que o seu oposto.
Por mais tempo vivo, mais experiencias idênticas serão vividas.
A esteriotipização muito enraizada na nossa cultura de que:
Primeiro os Avós, depois os pais e muito depois, quando nós já formos avós, seremos nós. Nunca sobre talteoria foi demonstrada evidencia.
Mas o que é da Natureza à Natureza torna. Sabem. Sobre esta Teoria existe evidencia.
A Natureza deu-nos comandos e competências, que nos permitiram primeiro andar Erectos, depois fazer o fogo, depois a roda, o papel, dar novos Mundos ao Mundo, a seguir a máquina, a luz, a conquista, chegar à Lua. Hoje a Informática, e a capacidade de estarmos ligados em...
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