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Tema: José, um homem íntegro e indulgente


Introdução:

Romanos 15:4 nos afirma que “tudo que outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das escrituras tenhamos esperança”. As “Escrituras” que o apóstolo Paulo faz referência são os livros de Moisés (Pentateuco) e os Profetas. Nela encontramos um compêndio psicológico para estudosde caráter e poder de Deus que gera transformação.

José, o filho favorito de Jacó, é uma das pessoas que Deus usou para nos trazer grandes ensinamentos, pois em sua história, contida no livro de Gênesis 37 a 50, encontramos exemplos de paixões humanas transformadas por Deus . Lágrimas, alegria, sofrimento, traição, engano e deslealdade permeiam a vida desse homem de Deus, que, atento a voz doseu Senhor, compreende seu Propósito em sua vida e golpeia todas as raízes de amargura com o PERDÃO, para, daí por diante, descortinar-se diante de nossos olhos (somos ou não leitores da Bíblia?) a metamorfose familiar, banquete concedido pela imensa misericórdia do nosso Deus e pelo coração íntegro de José, um dos grandes servos de Deus.




1ª Lição: Filho favorito, irmão odiado ...


1.Visão geral resumida

A vida de José se encaixa em três segmentos nos quais Deus foi agindo de forma a revelar sua glória e sua vontade na vida de seu servo.

A. Nascimento até os 17 anos (Gênesis 30:24 / 37:2): família desunida manifestando sentimentos de inveja e ódio contra José.


B. Dos 17 anos 30 anos (Gênesis 37:2 /41:46): a vida de José parece se descontrolar eele sofre com a escravidão, acusação injusta e prisão.


C. Dos 30 anos até morrer (Gênesis 46/50:26) a vida de José, é permeada pelo perdão, reconciliação com a família e prosperidade sob as bênçãos de Deus.


2. O retrato da trapaça na família de José:

A. José, cujo pai chamava-se Jacó, que significa “trapaceiro” ou “usurpador”, enganou seu pai Isaque,para receber a bênção do pai no lugar de Esaú, seu irmão mais velho (Gn 27:1 – 29). Esta não era a primeira vez que enganava alguém da família, pois já o havia feito com Esaú, seu irmão, para adquirir o direito primogenitura (Gn 25:27-33).


B. Jacó foi enganado por seu tio Labão quando cumpria o dote para casar-se com Raquel e acaba casando-se com Lia, irmã de Raquel (Gn 29:21-27).Desta vez o enganador foi enganado e teve que cumprir o dote para ter Raquel, a quem amava verdadeiramente.


C. As divergências entre Labão e Jacó foram resolvidas por Deus, para que Jacó pudesse retornar a terra de seus pais (Gn 31:43-55), pois até então, Labão tentava constantemente enganar Jacó.




3. A passividade de Jacó, pai de José, diante do conflito familiar.A. O incidente com Diná, filha de Lia (Gn 34 1-2).
Ao entrar em Siquém, que era habitada pelo povo heveu (antigos habitantes de Canaã), Diná, a filha de Lia e Jacó, foi estuprada pelo filho do príncipe de Siquém. Enganosamente é feito um acordo que, além de não ser cumprido termina em matança e escravidão das mulheres e meninos de Siquém. Os autores desses atos são os filhos de Jacó:Simeão e Levi (Gn 34: 21-29). Jacó, diante disso preocupa-se mais com o que as pessoas vão pensar do que com Diná e a atitude de seus filhos (Gn 34: 30-31).




B. Rubem, filho de Jacó e Lia relaciona-se sexualmente com Bila, mulher de seu pai e mãe dos seus meio-irmãos (Gn 35:22).
Jacó não tomou nenhuma atitude, mas sabemos que aquela raiz de amargura ficou em seu coração, pois ao abençoarcada um de seus filhos em seu leito de morte, deixa isso bem claro (Gn 49:3-4).



4. Os favoritismos no amor conjugal e familiar na família de José

A. Rebeca, a mãe de Jacó, juntamente com seu pai Isaque, possuíam favoritismos entre seus filhos Jacó e Esaú (Gn 25:28), portanto, Jacó já acostumado a esse tipo de situação mantinha-se neutro nas brigas de Lia e Raquel.

B....
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