Didatica

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA
Centro de Ciências Exatas e da Natureza
Central de Aulas
Disciplina : Didática
Professor (a) orientador (a): Mara Leite Simões

Atividade:

Resumo do livro “Cabeça bem feita’’ por Edgar Morin

João Pessoa, 22 de Maio de 2012

Resumo do livro “Cabeça bem feita’’ por EdgarMorin

Camila Corte Real – 11022017
Evilásio Ferreira de Sousa Júnior – 11012075
Israelma de Macedo Maracajá - 11022010
Elidiana Silva Ferreira -

Introdução

O autor Edgar Morin graduou-se em Economia Política, História, Geografia e Direito na Sorbonne. Sociólogo, antropólogo, historiador e filósofo, ele é considerado um dos maiores intelectuais contemporâneos, sendo chamado àsvezes como o “arquiteto da complexidade”. Sentia e verificava cada vez mais a necessidade de uma reforma no pensamento, que no ponto de vista dele só seria possível a partir de uma reforma no ensino. Em 1999, lançou "A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento", obra composta de prefácio, nove capítulos e dois anexos.
Morin, convencido da necessidade de reformar o pensamentopara reformar o ensino, desenvolveu uma linha de idéias que o conduziram a esta obra. “Durante os últimos dez anos, desenvolvi uma linha de idéias que me conduziria a este livro” (p.01), o autor desenvolve a complexidade entre os termos “ensino” e “educação”, que apesar de serem semelhantes, "Esses dois termos, que se confundem, distanciam-se igualmente" (p.10).




Desenvolvimento

Nocapítulo 1, "Os desafios", o autor nos apresenta o pensamento de
Lichnerowicz: “Nossa Universidade atual forma, pelo mundo afora, uma proporção demasiado grande de especialistas em disciplinas predeterminadas, portanto artificialmente delimitadas, enquanto uma grande parte das atividades sociais, como o próprio desenvolvimento das ciências, exige homens com um campo de visão muito mais amplo e, aomesmo tempo, de um enfoque dos
problemas em profundidade, além de novos progressos que transgridem as fronteiras históricas das disciplinas" (p.13).
Morin afirma que há uma inadequação entre os saberes separados e os problemas cada vez mais globalizados e inter/polidisciplinares. “De fato, a hiperespecialização1 impede de ver o global (que ela fragmenta em parcelas), bem como o essencial (queela dilui)” (p.13).
No capítulo 2- "A cabeça bem feita"- a primeira finalidade do ensino foi formulada por Montaigne: “Mais vale uma cabeça bem feita do que bem cheia” e explica que uma cabeça bem feita é uma cabeça apta a organizar, ligar os conhecimentos e lhes dar sentido (p.21). Morin afirmava que era mais importante ter conhecimento e aptidão geral e um principio organizador parareformular, discutir, re-pensar o pensamento do que simplesmente acumular informações. Para isso ele dispõe do uso dos conhecimentos filosóficos, formando o bem – pensante, do uso da matemática, levado alem de cálculos. Um raciocínio lógico - problemático. Em seu capitulo, Morin ainda destaca que a segunda revolução científica do século XX, iniciada nos anos 60, contribui, atualmente, para formar uma cabeçabem feita, pois gerou desdobramentos que levam a ligar, contextualizar e globalizar saberes até então fragmentados e que permitem articular as disciplinas de modo mais fecundo (p.26).
No capítulo 3, "A condição humana", o estudo da condição humana não depende apenas do ponto de vista das ciências humanas, da reflexão filosófica e das descrições literárias, mas depende também das ciênciasnaturais renovadas e reunidas, que são: a Cosmologia, as ciências da Terra e a Ecologia (p.35). A idéia dessas ciências é unir assuntos antes dispersados e novamente despertar duvidas como “quem eu sou?” ou “de onde viemos?”. Reforçando o fato da grande complexidade que é o ser humano, totalmente biológico e totalmente cultural.
No capítulo seguinte "Aprender a viver", Morin coloca a ética como a...
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