Despesas e receitas, perdas e ganhos

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CURSO BACHAREL EM CIENCIAS CONTABEIS

TITULO 1 RECEITAS E DESPESAS, PERDAS E GANHOS

TITULO 2 O PATRIMONIO LIQUIDO

NATALIA DE BRITO ALBUQUERQUE e
GILMAR PEREIRA DIAS

Orientador: Paulo Roberto

CUIABÁ MT
2010
NATALIA DE BRITO ALBUQUERQUE
EGILMAR PEREIRA DIAS

TITULO 1 RECEITAS E DESPESAS, PERDAS E GANHOS

TITULO 2 O PATRIMONIO LIQUIDO

Pesquisa apresentada á faculdade ICEC – Instituto Cuiabá de Ensino e Cultura, da turma de Ciencias Contabeis (CT8P51), na disciplina de Contabilidade Internacional, como quisito para obtenção parcial da média do 2ºbimestre do 8º semestre, sob orientação do professor Paulo Roberto.
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CUIABA MT
2010
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 04
CAPÍTULO I – Receitas e Despesas, Perdas e Ganhos 05
1.1. Natureza e Definições de Receita 06
1.2. Algumas bases para Mensuração da Receita 06
1.3. Definição de Despesa 06
1.4. Grau de Associação das Receitas e Despesas06
1.5. Definição de Ganho 09
1.6. Equivalência Patrimonial 09
1.7. Realização na Venda de Ativos 10
1.8. Realização de Ações ao Preço de Mercado 10
CAPÍTULO II – Patrimônio Liquido 11
2.1. Capital Social 11
2.2. Reserva de Capital 11
2.3. Reserva de reavaliação 12
2.4. Reserva de Lucros 12
2.5. Prejuízos Acumulados 13CONCLUSÃO 14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 15

Introdução

Este é um dos assuntos fundamentais da Contabilidade, juntamente com os princípios contábeis e ativo, sem prejuízo dos demais. O capítulo de receitas, despesas, perdas e ganhos, principalmente no que diz respeito a receitas, nem sempre tem notado uma atenção necessária. É nossa intenção fazer uma amostra vamos detalhar abaixo a ventilaralguns tópicos apresentados a seguir.

CAPITULO I Receitas e Despesas, Perdas e Ganhos

NATUREZA E DEFINIÇÕES DE RECEITA
As definições de receita têm-se fixado, via de regra, mais nos aspectos de quando reconhecer a receita e em que montante do que na caracterização de sua natureza. Assim, algumas definições usualmente encontradas de receita referem-se a seu efeito sobre o patrimônio ou ativolíquido, e outras fazem referências expressas à entrega de bens e serviços ao cliente.
Vamos analisar mais detalhadamente os grupos de receitas, por enquanto.
Receita operacional somente deveria englobar a parcela proveniente do produto principal ou dos co-produtos da empresa (ou serviços), não a receita extraordinária derivante da venda de sucatas ou a derivante da venda de subprodutos,considerada como redução de custo dos produtos vendidos. Somente os produtos e serviços que constituem a finalidade fundamental da empresa deveriam ser incluídos nesta categoria de receita operacional.
No item deduções da receita, deveríamos incluir todas aquelas diminuições de patrimônio líquido que na verdade são ajustes da própria receita operacional bruta. Impostos faturados diretamenteproporcionais, descontos comerciais (desde que contabilizados separadamente), devoluções e abatimentos de vendas e despesas de transporte de vendas (desde que usualmente o vendedor incorra nesses gastos) deveriam ser incluídos como dedução de receita e não como despesa. Alguns autores consideram que comissões sobre vendas (desde que estabelecidas como porcentagem fixa sobre o volume de faturamento) e aprovisão para devedores duvidosos (sua contrapartida debitada) deveriam ser deduzidas de receita operacional bruta e não constituir despesas. Quanto a devedores duvidosos, é muito difícil afirmar se é uma despesa com vendas ou administrativa, pois, se o fato gerador são as vendas, um desempenho melhor do setor de cobranças e de extensão de crédito poderia, dentro de certos prazos, alterar parcialmente...
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