Desenvolvimento

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
serviço social

ADRIANA PIUMBINI VIEIRA
LUCIANA MASCARELO
regina lúcia gomes de sales

O TRABALHO PROFISSIONAL: INSTRUMENTAÇÃO PARA A INTERVENÇÃO

2012
Guaçuí

ADRIANA PIUMBINI VIEIRA
LUCIANA MASCARELO
regina lúcia gomes de sales

O TRABALHO PROFISSIONAL:INSTRUMENTAÇÃO PARA A INTERVENÇÃO

Serviço Social 8º Período
Trabalho Profissional II – Gestão social
- Serviço social e terceiro setor
- Comunicação na pratica do assistente social
Professores: Rosane Malvezzi
Maria Angela Santini
Rodrigo Eduardo Zambon
Paulo Sergio AragãoGuaçuí
2012

Sumário:
1- Introdução .................................................................................... 1
2- Desenvolvimento...........................................................................2
2.1- A Pratica Profissional neste Espaço Sócio Ocupacional.............2
2.2- Modelo e Funções Gerenciais no Terceiro Setor ........................5
3- Conclusão .....................................................................................10
4- Referências Bibliográficas ............................................................11

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1- IntroduçãoEste trabalho tem por finalidade de refletir sobre o trabalho profissional e sua intervenção no terceiro setor, suas atribuições e funções. É uma organização marcada pela complexidade, incerteza, instabilidade e mudanças aceleradas, que necessita de atuação de profissionais e técnica. Esta em crescimento em quase todos os países, principalmente no Brasil onde segundo a pesquisa realizada peloInstituto de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de pesquisa Econômicas Aplicadas (IPEA), em 2004 o Brasil possui 276 mil fundações e associações onde trabalham 1,5 milhões de pessoas, pagando salários e remunerações no valor de 17,5 bilhões.

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2- Desenvolvimento

2.1- A Pratica profissional neste espaço sócio-ocupacional:

Para a construção do processo de defesa e formaçãode profissionais na área do Serviço Social, foi traçado uma Política Nacional de Estagio (PNE), sendo uma mediação teórica pratica na formação desse profissional, garantindo seus direitos e deveres na formação do estagio curricular obrigatório.
A discussão dessa política iniciou-se em maio de 2009, do documento base¹ , um fato que movimentou debates coletivos por todo pais entre maio aoutubro do referido ano, com discussões e propostas finais do PNE, ocorrendo 6 oficinas regionais da ABEPSS². Todo esse movimento em prol de um ensino superior de qualidade, mobilizando professores estudantes e assistentes sociais e com 4.445 participantes³ e de 175 UFAs em 80 eventos realizados.
Diante dos crescentes movimentos sociais, com demandas de uma política mais apurada via-se à necessidadede qualificar esses profissionais numa supervisão conjunta entre supervisores acadêmicos
e de campo, sendo aprovado em 20/09/2008 a lei 11.788 referente ao estagio e a resolução CFESS n° 533 de 29/09/2008 que regulamenta a supervisão direta do estagio no Serviço Social, como outras questões segundo RAMOS, 2007, p.171 :

A reflexão sobre a relação da quantidade de estudantes estagiários porsupervisor e a qualidade do processo pedagógico; a necessidade de ampliação de ampliação dos fóruns de supervisores de estagio, sobretudo nas IES publicas; o aprofundamento da articulação dos IES com o CRESS nas discussões sobre o estagio; a intensificação da fiscalização do CRESS em relação à supervisão de estágios vinculados a curso de graduação à distancia em Serviço Social [...]...
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