depoimento

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  • Publicado : 19 de dezembro de 2014
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Gente, acabei de fazer um depoimento para um cursinho, então o repasso no Grupo, em caso de ser útil a alguém!
Sempre sonhei com o dia em que prestaria um depoimento posterior a minha aprovação. Sempre li aqueles depoimentos e imaginava que algum dia a minha vez iria chegar. E chegou. Ela vem. A minha provação veio. A tua aprovação virá, não tenhas dúvida, desde que, é claro, mantenhas o foco ea dedicação necessária.
Em poucas palavras vou tentar descrever como cada candidato, assim como eu tive de passar por aprendizados, pode aprimorar seus conhecimentos e conseguir a tão sonhada aprovação, seja em qual fase do concurso for. Friso que o repassado a seguir foi a forma com a qual consegui a aprovação, então é bom cada um ter seu próprio método e, se o meu for bom para alguém, esperoque o texto seja proveitoso.
1ª fase – sempre estudei fazendo muitas, mas muitas questões objetivas. Dividia o meu dia em três turnos (estudo muito puxado), no primeiro turno (manhã) fazia a prova em 4 horas, como se na prova fosse e, ao termina-la, conferia o gabarito e verificava quão longe estava do ponto de corte. Nos segundo e terceiro turnos eu corrigia assertiva por assertiva, riscava devermelho o erro e lia no código (analisar o erro faz com que não o cometas mais, é ótimo para provas objetivas, em que geralmente repetem-se questões).
Mesmo alcançando o ponto de corte, deve SEMPRE haver um estudo anterior à primeira fase, pois o candidato precisa relembrar coisas básicas que se perdem com o tempo. Assim o tempo anterior pode variar do conhecimento já adquirido.
2ª fase – osegredo é fazer questões, fazer cursinhos, estudar a banca, aprimorar a fundamentação e, principalmente, ser original. Fazer questões está ligado com aprimorar a fundamentação, quanto mais questões feitas melhor fica a capacidade de criar bons conceitos nas provas baseados no conhecimento adquirido e melhor conseguirás convencer o examinador de que estás preparado para a sentença.
A correção dasquestões é essencial para que alguém mais experiente aponte alguns erros, mas, principalmente, para demonstração do quanto deve e pode ser melhorado, como a linguagem pode ficar mais adequada para a prova e, também, como um conteúdo diferenciado ajudaria a melhorar a questão. 
Os cursinhos são bons para ampliarmos o conhecimento que já temos, pois os professores estão sempre atualizados com novidadesjurídicas. Assim, mesmo antes da prova ou aqueles que são específicos para a prova, aconselho que faças cursinhos, eles serão sempre aproveitados, pois se a matéria não cair na prova que será prestada ela cairá na prova imediata ou na sentença ou na oral. Cursinhos são um bom investimento para desenvolver nosso conhecimento e aprimorar o que já sabemos, nunca é demais e eu fiz muitos. 
O estudo dabanca é importante para que o candidato saiba o que pensa o examinador, tendo em vista que é de bom tom se posicionar conforme o que pensa o examinador e, se assim não entender o candidato, ao menos não tecer fortes críticas à corrente defendida por quem o está avaliando.
Por fim, o que falei quanto à originalidade, entendo ser o mais essencial. Pelo que entendo (e passei em um bom número desegundas fases) os examinadores não gostam de questões massificadas, que ficam todas parecidas, com conceitos quase iguais. Eles gostam que o candidato se diferencie, demonstre conhecimento e um “quê” a mais que chame a atenção; digo isso porque o nível dos candidatos que chegam à segunda fase acaba sendo muito parecido, é muita gente competente e com um conhecimento profundo da matéria, mas quem vaipassar é quem vai saber transferir BEM esse conhecimento para o papel e impressionar em algum ponto da questão. Impressiona-se com citação de legislação internacional, eles gostam e é simples levar um bom Vade Mecum de Direito Internacional. Outra coisa que eu sinto que diferencia bastante e é simplíssima: exemplificar! Nem dá para crer, mas se é questionado acerca de um conceito, por que não...
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