Csn x case cimpor

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  • Publicado : 23 de agosto de 2011
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Título: Case CIMPOR X CSN

Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL

Nota do Grupo:
Introdução
A disputa pelas ações da cimenteira portuguesa Cimpor, pelas brasileiras CSN Cimentos, Camargo Correa e pelo Grupo Votorantin, é o tema deste trabalho.
Este trabalho tem como objetivo analisar a disputa no mercado de cimento no início de 2010, onde houve uma grande disputa nosetor de cimento no Brasil, três dos maiores grupos empresariais brasileiros resolveram participar. Visa discorrer sobre o motivo pelo qual a Companhia Siderúrgica Nacional-CSN, como um dos principais atores desta negociação, pretende adquirir a CIMPOR, a maior produtora de cimento de Portugal e uma das líderes mundiais no setor, em uma transação bilionária. Objetiva-se discutir sobre quaisinteresses norteiam a proposta: Qual é o risco que a siderúrgica brasileira pode sofrer com a transação e que importância tem o comércio entre os dois países, ou seja, os principais questionamentos levantados sistematicamente na atual conjuntura do mercado internacional, em se tratando do comercio Brasil e Portugal.
O tema apresentado no texto é a conclusão de diversos processos de aquisição deações da CIMPOR, além é claro, da negativa de aquisição feita à CSN, mostrando ações paralelas de outras empresas na aquisição de ações cimenteira portuguesa.
Tudo começou com a oferta da Companhia Siderúrgica Nacional-CSN, que ofereceu 3,68 bilhões de euros pela cimenteira portuguesa Cimpor. A Cimpor que é a décima maior empresa do mundo na produção de cimento recusou a proposta da CSN. O Conselhoentendeu que a oferta era hostil, subavaliava significativamente a empresa e não representava o melhor interesse para seus acionistas, conforme relatório da Cimpor.
Esta operação amplia significativamente e consolidam a presença da CSN no segmento de cimento, além da destacada posições ocupadas nos seguimentos de siderurgia, logística e mineração.
Com essa recusa abriu caminho para a CamargoCorrêa entrar na disputa. O primeiro ataque surgiu com uma oferta de compra de 15% a 25% das ações da Cimpor, que atua em 13 países como China e Índia, os maiores produtores de cimento do mundo. Essa proposta foi de um valor 10,5% acima do anunciado pela CSN, ou 4,267 bilhões de euros.
Para aumentar a briga, a Votorantim, empresa líder no segmento nacional, que corria silenciosamente por foranessa disputa, pois também teria interesse no negócio. Desde, desde 2008, mantém conversas sobre uma possível compra de até 33% do capital da cimenteira de Portugal.
Diante dessas negociações, mudaria o mercado de cimento no Brasil, se a Cimpor vendesse parte de suas ações para uma das empresas brasileiras, haveria possibilidades de nascer um novo líder.
A presença nos grandes mercados emergentesé a principal busca da Cimentos de Portugal-Cimpor, que virou alvo de interesse da CSN, Camargo Corrêa e Votorantim. Com operações em 13 países diferentes, a Cimpor estabeleceu há três anos sua bandeira na China e na Índia, justamente os dois maiores mercados consumidores de cimento do mundo. Só a China usa 1,5 bilhão de toneladas por ano.
Entretanto, a maioria do capital da CIMPOR já pertencea empresas brasileiras. Durante as últimas semanas mais de metade do capital da cimenteira nacional mudou de mãos e passou a pertencer agora às brasileiras Camargo Corrêa e Votorantim, que também se encontravam na disputa pelas ações da CIMPOR.
A Internacionalização da Empresa consiste em sua participação ativa nos mercados externos. Com a eliminação das barreiras que protegiam a indústrianacional, a internacionalização é o caminho natural para que as empresas brasileiras se mantenham competitivas. Se as empresas brasileiras se dedicarem exclusivamente a produzir para o mercado interno, sofrerão a concorrência das empresas estrangeiras dentro do próprio País. Por conseguinte, para manter a sua participação no mercado interno, deverão modernizar-se e tornar-se competitivas em escala...
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