Crise de 2008

669 palavras 3 páginas
A crise de 2008 e o dólar na atualidade
A crise de 2008 teve início quando as financeiras americanas começaram a confiar de forma excessiva em clientes que tinham mau histórico de pagamento, os chamados clientes “subprime” ou de “segunda linha”.
Feitos esses empréstimos, o clientes, por sua vez, hipotecavam suas casas como forma de garantia para suas dívidas. O mercado imobiliário americano, no entanto, já estava em crise, o que diminuiu os preços dos imóveis e, por conseguinte, o valor das garantias hipotecárias.
Neste contexto, os bancos transformaram os empréstimos hipotecários em papéis e os venderam como títulos de dívidas a outras instituições financeiras, que também acabaram sofrendo perdas. Alguns dos grandes bancos americanos sofreram prejuízos da ordem de bilhões de dólares.
Os americanos são considerados os maiores consumidores do globo, fato que fez a crise se refletir no mundo inteiro. Bolsas de valores, como a brasileira, por exemplo, sentiram o baque e tiveram grandes perdas também.
Depois da crise de 2008, o câmbio sofre uma virada: o dólar perde seu valor com relação às outras moedas, o que traz consequências interessantes para os mercados de países onde o dólar era supervalorizado.
No Brasil, a desvalorização do dólar pós 2008 trouxe consequências catastróficas para indústrias voltadas para o mercado interno, pois não havia chance de concorrência com o dólar num valor tão baixo. O governo brasileiro tomou medidas protecionistas para segurar o dólar, cobrando a entrada de capital estrangeiro no IOF (imposto sobre operações financeiras), reduzindo a entrada de capital no país. No entanto, a medida se mostrou insuficiente para segurar a desvalorização do dólar e a consequente sobrevalorização do real.
Nesse sentido, outra medida tomada e reafirmada pelo governo é o compromisso com o câmbio flutuante, isto é, um sistema no qual as operações de compra e de venda de moedas funcionam sem que haja um controle sistemático do governo, fazendo com que

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