Criminologia

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Nome do curso: Tecnologia em Segurança Pública
Disciplina: Criminologia
Professora: Natália Salaroli
Aluno: Ailvo Monteiro Da Rocha RGM: 314194

A estatística e uma das técnicas de investigações utilizadas pela criminologia. Quais as fontes das estatísticas?
Conforme a pergunta dissertativa, as fontes são:
Policiais: as policias oferecem informação da criminalidade, completa e de fatosreais, distingue os delitos que chegam ao conhecimento das autoridades policiais, dos delitos solucionados, ou seja, descobre a autoria.
Judiciais: é um dos poderes que passam informações a respeito de delitos apreciados judicialmente, porem não fornece informações de delitos que não chegam ate o âmbito judicial, por exemplo, inquéritos incompletos onde não ofereceu denuncia, Ou seja, as informaçõesestão incompletas.
Penitenciarias: é uma instituição que oferecem informações a respeito de números de presos, reclusos, ou sê-me aberto. Espécies de delitos cometidos, situação processual quais as penas impostas, e benefícios concedidos entre outas aplicações impostas.
Fonte de pesquisa: livro didático















Faça uma comparação entre as diretrizes e princípios encontrados no PBUFAF e naportaria ministerial 4226 de 2010.
Com as suas palavras, faça comentários sobre os pontos que são semelhantes e os pontos que são diferentes.
Ao final de sua análise, responda no texto se você acredita que as diretrizes estabelecidas por estes dispositivos são seguidas ou ignoradas e porquê.

Portaria Interministerial nº 4226/2010.
Essa disposição salienta que o emprego da força por parte dosfuncionários responsáveis pela aplicação da lei deve ser excepcional. No entanto, admite que esses funcionários possam estar autorizados a utilizar a força na medida em que tal seja razoavelmente considerado como necessário, tendo em conta as circunstâncias para a prevenção de um crime ou para deter (ou colaborar na detenção de delinquentes ou suspeitos. Qualquer uso da força fora desse contexto nãoé permitido.
A lei nacional restringe normalmente o emprego da força pelos funcionários responsáveis pela aplicação da lei, que deve observar o Princípio da Proporcionalidade. Deve-se entender que tais Princípios nacionais de proporcionalidade devem ser respeitados na interpretação dessa disposição. Apresente disposição não deve ser, em nenhum caso, interpretada no sentido da autorização do empregoda força em desproporção com o legítimo objetivo a atingir.
O emprego de armas de fogo é considerado uma medida extrema. Devem fazer-se todos os esforços no sentido de excluir a utilização de armas de fogo,especialmente contra as crianças. Em geral, não deverão utilizar-se armas de fogo, exceto quando um suspeito ofereça resistência armada, ou quando, de qualquer forma, coloque em perigo vidasalheias e não haja medidas menos extremas para dominá-lo ou detê-lo. Cada vez que uma arma de fogo for disparada, deverá informar prontamente as autoridades competentes.
O uso da força por Agentes de Segurança Pública deverá obedecer aos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade, moderação e conveniência.


Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo (PBUFAF) . É o segundoinstrumento internacional mais importante sobre o Uso da Força e Armas de Fogo.

Esses Princípios foram adotados no Oitavo Congresso das Nações Unidas sobre a “Prevenção do Crime e o Tratamento dos Infratores”, realizado em Havana, Cuba, de 27 de agosto a 7 de setembro de 1990. Embora os Princípios Básicos não sejam um documento considerado como tratado, isto é, com força legal, é um documento deorientação aos Estados, proporcionando normas orientadoras na tarefa de assegurar e promover o papel adequado dos Agentes de Segurança Pública. Os PBUFAF estabelecem parâmetros a serem considerados e respeitados pelos governos no contexto da legislação e da prática nacional, e levados ao conhecimento dos Agentes de Segurança Pública, assim como de magistrados, promotores, advogados membros do...
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