Crack

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
sERVIÇO SOCIAL

SÔNIA MARIA LUIZ RIBEIRO














O uso do Crack:
Um problema social restrito a metrópole?





















Paranaiba
05 de maio de 2012
SÔNIA MARIA LUIZ RIBEIRO

















O uso do Crack:
Um problema social restrito a metrópole?Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Psicologia Geral, Antropologia, Formação Social, Política e Econômica do Brasil.


Prof. Lisnéia Rampazzo. Giane Albiazzetti,Gleiton Lima e Rosane Malvezzi.












Paranaiba

2012

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO3

2 DESENVOLVIMENTO 4

4 CONCLUSÃO 7

REFERÊNCIAS 8


INTRODUÇÃO

O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso, de difícil acesso. O iníciodo consumo de substâncias pode ocorrer por diversos motivos como: hedonismo, curiosidade, alívio da dor e sofrimento que, provavelmente, persistirão após a dependência, como também, com o objetivo de vivenciar novas experiências
As experiências devido ao consumo da substância podem causar autodestruição, além de alterações comportamentais como: violência, indiferença, isolamento edesprezo. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos, porém sem risco de contaminação pelo vírus da Aids, que se tornou epidemia na época.





Desenvolvimento

Para popularizar o crack e aquecer as vendas, os traficantes esgotavam as reservas de outras drogas nos pontos dedistribuição, disponibilizando apenas as pedras. Logo, diante da falta de alternativas, os usuários foram obrigados a optar e aderir ao uso.
O uso e abuso de substâncias transformou-se em um grave problema de saúde pública em praticamente todos os países do mundo. Está altamente associado com comportamentos violentos e criminais, como acidentes de trânsito e violência familiar,principalmente entre indivíduos com histórico de agressividade e com complicações médicas e psiquiátricas, elevando drasticamente os índices de morbidade e mortalidade.
O tema das drogas é difícil e custoso. Presente no cotidiano das grandes cidades, não são poucos os exemplos de vidas arrasadas pelo uso dessas substâncias. Tanto aqueles que defendem a proibição, quanto os que defendem alegalização são incontestes na defesa da necessidade do Estado intervir no sentido de minimizar os custos sociais nascidos das diversas formas de usos, sejam eles de substâncias ilegais ou não. Fundamental para a elaboração de políticas públicas eficazes é a produção de informação, a construção de indicadores capazes de medir o consumo e os impactos dos usos de psicoativos entre a população.
Noinício de janeiro, o Brasil constatou de que o problema dos viciados em crack é muito maior do que se imaginava. Isso porque uma operação realizada pela Polícia Militar no centro de São Paulo (SP) para dispersar os viciados em crack na “Cracolândia”, uma área onde usuários e traficantes se reuniam há quase 20 anos para se protegerem da polícia e adquirirem a droga mais facilmente.

Desde então, aocupação dos policiais na Cracolândia expôs de que o crack  é uma das drogas mais devastadoras do que se tem notícia. Isso porque em muito pouco tempo (de três a seis meses), o usuário torna-se viciado em crack, droga estimulante produzida a partir de substâncias da folha de coca, sendo uma delas a cocaína, substância responsável pela euforia. Ou seja, o crack é a cocaína que pode ser fumada....
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