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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL





ALEXANDRE CREPLIVE ZEM
ALOYSIO JOSÉ TOPAN
JOÃO CELSO KARACZOK
JOÃO PAULO ALVARENGA









CONTAINERS
Containers












CURITIBA
2012
ALEXANDRE CREPLIVE ZEM
ALOYSIO JOSÉ TOPAN
JOÃO CELSO KARACZOK
JOÃO PAULO ALVARENGACONTAINERS
Containers





Trabalho apresentado ao Curso de Engenharia Civil, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com requisito para aprovação na disciplina de Transportes e Logística I.


Orientador: Prof. Lucas Bach Adada








CURITIBA
2012
SUMÁRIO


01 - INTRODUÇÃO 00
02 - HISTÓRICO 0003 - DIMENSÕES, PESO E PADRONIZAÇÃO 00
04 - NUMERAÇÃO DO CONTÊINER. 00
05 - TIPOS DE CONTÊINER 00
06 - PROCEDIMENTOS PARA A VISTORIA DE CONTÊINERS 00
07 - RECIBO DE EQUIPAMENTO OU INTERCÂMBIO EIR – EQUIPMENT INTERCHANGE RECEIPT 00
08 - DESOVA DO CONTÂINER 00
09 - OVAÇÃO DO CONTAINER 00
10 - LEVANTAMENTO DOS TIPOS DE EQUIPAMENTOS DE MANUSEIO DOS CONTÊINERES DISPONÍVEIS NO MERCADO ESUAS ESP. TÉCNICAS 00
11 - TIPOS DE TERMINAIS 00
12 - ESTRUTURA TÍPICA (“LAY OUT”) DE UM TERMINAL 00
13 - CURIOSIDADES 00
















INTRODUÇÃO


Este trabalho tem por objetivo relatar conceitos, detalhes, evolução histórica, tipos, procedimentos, terminais, entre outros, dirigidos à utilização de contêineres para transporte e movimentação de cargas.
HISTÓRICONo tempo das caravelas os tonéis reinavam como padrão de embalagem das mercadorias transportadas no mundo, por ser uma embalagem resistente e de fácil manuseio, foi o sistema ideal que nossos antepassados encontraram para enfrentar as grandes dificuldades existentes nas operações de embarque e desembarque, que por sua vez são facilmente imagináveis se levarmos em conta que não existia aeletricidade e a máquina a vapor e, por conseguinte, não se conheciam os guindastes elétricos, nem as empilhadeiras mecânicas.
Naquela época, os embarques eram feitos através de pranchas colocadas entre o convés do navio e o ancoradouro, formando assim planos inclinados onde os tonéis eram facilmente rolados, evitando ou contornando o problema do processo de içamento praticado atualmente.Além disso, o tonel, por ser uma embalagem de extrema segurança e hermético, facilitava o transporte de quase toda mercadoria conhecida naquela época: o vinho, por exemplo, ainda hoje tem sido transportado em tonéis, devido às vantagens oferecidas por essa embalagem.
Durante séculos de comércio internacional, os seus precursores, chineses, árabes e europeus, não haviam conseguidocriar uma forma não só de evitar as enormes perdas no transporte com as quebras, deteriorações e desvios de mercadorias, como também de agilizar e reduzir o custo das operações de carga e descarga.
Por esse motivo, podemos dizer que o mundo antigo, levado por circunstâncias naturais, conheceu por muitos séculos um sistema uniforme de embalagem. Todavia, esse sistema era uniforme apenas em suaconcepção volumétrica, pois os tonéis tinham diferentes capacidades, dependendo do país ou região em que eram utilizados.
Com o decorrer do tempo, houve o desenvolvimento da engenharia naval e a conseqüente construção de navios com maiores capacidades gravimétricas. O tonel, como embalagem de alto índice de estiva, ou seja, que ocupava muito espaço no navio, foi paulatinamente sendoesquecido e substituído por outros tipos de embalagens.
A partir da Revolução Industrial, e principalmente no século XX, surgiu a necessidade de um novo padrão, mais adequado às novas necessidades do transporte multimodal, devido ao advento da industrialização e consequente produção de várias mercadorias manufaturadas, de dimensões diversas e impossíveis de serem embaladas em tonel: o contêiner,...
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