Conhcer a dimensao social do homem ( homo socialis )

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  • Publicado : 8 de novembro de 2012
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Introdução
O homem é propenso a viver com os outros para constituir uma familia, uma associação, uma comunidade, uma nação. É um ser sempre em relação: ele « sente uma exigência imprescindível de encontrar-se em relação com os outros ser da sua própria espécie », para comunicar-se com eles, partilhar com eles as mesmas emoções e os mesmos bens, tornando-os participes das proprias experiências eanseios.
Verdadeiramente, como ja frisamos em desenvolvimentos precedentes, o homem necessita dos outros para poder realizar-se como tal. Como bem dizia Aristóteles, ele « é por natureza um animal politico [ social ]. Aquele que, por natureza, não tem estado, é superior ou inferior ao homem, quer dizer ou e Deus ou nao e homem».Assim, o homem nao pode nascer, crescer, educar-se e realizar as suasaspiraçoes mais nobres sem o concurso dos outros. O fenómeno da socialização, globalização que hoje em dia nos envolve, é uma prova irrefutável desta interdependência que, começando com dimensões elementares, nacionais e internacionais, começa a assumir dimensões planetarias.
















O homem: um ser individual e social
A sociabilidade nao e uma manifestação ocasional,casual ou fugaz; pelo contrario é um facto conatural ao homem: este e essencialmente um ser social. Por conseguinte, « a estrutura social longe de ser um estado provisório ou resultado de um contrato (como afirmaram hobbes e Rousseau), é um dado originario da natureza humana, uma extrutura a priori que funda e constitui cada sociedade concrera ». O homem fora da sociedade não se distinguiria dosoutros animais que povoam a terra. Por isso, com Mondin consideramos que se trata de um facto originario.
De modo que, entre individuo e sociedade não deve existir oposição, rejeição ou paralelismo. Por conseguinte, as duas posições antitentica atras apresentadas devem ser condenadas e superada. O homem, de facto, tem necessidade de outros para poder realizar-se como tal; e da sociedade recebe avida, desenvolve os seus conhecimentos e habilidades, ganha uma determinada cultura, certas crenças, certos principios morais e criterios esteticos, entre outros. O que seria da sua vida afectiva se nao existissem os outro?...
A dependencia intríseca do individuo da sociedade é mais do que nítida. Todavia a sociedade não anula o valor e a dignidade intríseca do individuo, para quem aquela deveestar sempre ao serviço :« a sociedade é um organismo essencialmente ao serviço dos indivduos, para permitir a cada um destes de realizar-se plenamente.Cada homem é um universo, Um “ microscomo ”, como o chamava os humanistas, isto é um centro vasto de qualidade de valores, que sintetiza todas as perfeições do universo». Certos valores e qualidades so sãoo realizaveis no quadro duma coexistênca comas outras pessoas, daí a importância da dimensão social do homem, que, contudo, nunca deve estar acima do individuo, pois este goza, ontológica e teologicamente de uma primazia absoluta da sociedade.
Um aspecto importante a ter sempre presente e que sociabilidade deve conduzir a personalização e a nao a massificação, pois associa-se dos homens e distingue-se, clara e essencialmente, associar-sedos animais. De facto quando a sociabilidade em vez de desenvlver, expandir e formar o homem, o deforma, massifica, robotiza, reduzindo-o a um mímico que se limita a imitar os modos de pensar e agir dos outros, entao estamos diante de um suicídios em massa das pessoas porque, drasticamente, sufocadas nas suas capaçidades de criatividade, de expansão de abertura, de relação, de amor, entre outros: Éum perigo que devemos procurar evitar o maximo possÍvel, pois o “ nóss” não deve ser sinonimo do anulamento do “ eu e do tu ”
O homem , portanto nãoo se dilui na sociedade porque o seu ser consiste em nao se deixar aferrar por aquilo que o circunscreve aqui e agora. A socialbilidade espelha muito bem este dinamismo que impele o homem a abrir-se aos outros, ao comunicar-se com eles e a formar,...
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