Como um e-mail mudou a vida de um garotinho.

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  • Publicado : 3 de março de 2013
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Como um e-mail mudou a vida de um garotinho.


Nota do Editor: “Operação Esperança” vai ao ar na CNN Internacional no sábado, 8 de dezembro `^as 09:00 GMT e 20:00 GMT. Também irá ao ar domingo, 9 de dezembro às 02:00 GMT e 10:00 GMT; e segunda, 10 de dezembro às 03:00 GMT. Uma vez que tenha ido ao ar, você será capaz de assistir na íntegra nessa página.

(CNN) – Era um e-mail curto – algumaslinhas simples. Apareceu na minha caixa de entrada em 12 de maio de 2011. Ele foi enviado várias vezes antes que encontrasse seu caminho até mim.

“Eu vi uma história na CNN a alguns dias atrás e não parece que vou tirá-la da cabeça.,” escreveu o empresário americano Aram Kovach. “Eu quero de alguma maneira ajudar esse garotinho.”

Ele se referia a um relato do projeto Liberdade que foi ao arna CNN há alguns dias. A história apresentada pela Correspondente Internacional Sênior Sara Sidner, era sobre um menino de 7 anos de idade, de Bangladesh, que havia sido brutalmente atacado e mutilado por uma gangue que rotineiramente seqüestra crianças pobres e as obriga a sair pelas ruas da capital, Dakha, e pedir por dinheiro, que eles então manteriam para si próprios.

Quando eles agarraramesse garotinho, ele lutou contra. Isso quase custou a ele sua vida.

Enquanto Kovach assistia de seu confortável lar em Columbus, Ohio, alguma coisa sobre a história o comoveu tanto que ele levantou-se do sofá e enviou um e-mail que mudaria sua vida – e o futuro do menino.

A primeira vez que nos falamos, Kovach deixou bem claro que ele não queria escrever um cheque para caridade. Ele queriaajudar esse menino diretamente. “Talvez eu possa contratar um tutor, para que então
ele possa ser educado”, ele disse. “Eu quero saber o que esse menino mais precisa.”

Eu perguntei a Kovach quanto dinheiro ele estava disposto a gastar.

“O que for preciso” Ele me disse.

E assim começou uma jornada que mudou a forma como eu vejo meu papel como jornalista, e obrigou-me a pensar sobre osdiferentes níveis de compaixão que todos nós, como seres humanos, temos dentro de nós.

Eu comecei a fazer ligações para Bangladesh para encontrar uma resposta para a pergunta de Kovach. Do que esse menino mais precisa? A resposta era mais evasiva do que eu esperava. Havia tantos obstáculos.

O menino e sua família vivem na proteção a testemunhas.

Eles não falam Inglês.

Eu não falo Bengali.Levou oito meses para que eu finalmente tivesse uma resposta. O que o menino mais precisava era uma cirurgia para reconstruir seu pênis, que a gangue cortou no ataque. Médicos de Bangladesh não podiam ajuda-lo, ele precisava ir para os Estados Unidos ou Austrália, me disseram.

Eu liguei para Kovach para lhe dar as novidades e perguntei a ele novamente quanto dinheiro ele estava disposto adoar. Cirurgias assim são caras. O menino e sua família não têm dinheiro algum. Kovach poderia carregar esse fardo?

"Não se preocupe com dinheiro," ele me disse. "O que for preciso, eu vou fazer funcionar."

Minha próxima ligação foi para o meu irmão, um urologista na Flórida. "Eu preciso ver fotos," ele me disse. "Eu não posso te dizer se podemos ajudar o garoto sem ver a extensão doferimento."

Outro mês se passou antes que eu recebesse fotos de Bangladesh e enviasse para o meu irmão. Depois de olhá-las, ele explicou que o garoto precisava de mais do que apenas um urologista. Ele precisava de um time de especialistas, e a cirurgia teria de ser feita em um grande hospital com mais recursos disponíveis do o lugar onde ele opera.

De volta à estaca zero, eu comecei a fazer algumaspesquisas online e continuava a aparecer o mesmo nome: Dr. John Gearhart, Diretor de Urologia Pediátrica no Centro infantil Johns Hopkins.

Então eu liguei para ele. Eu compartilhei a história do garoto. Eu enviei as fotos. Dr. Gearhart não hesitou. Não apenas ele iria pegar o caso, ele disse que faria isso de graça.

E isso não é tudo. Ele até concordou em fazer uma chamada com os médicos...
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