Comentarios sobre politicas sociais

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ufma-universidade federal do maranhão











Teça comentários sobre as políticas sócias dos anos 30 á contemporaneidade.




























ufma-cururupu
Agosto-2012







junior
flavia
diana

Teçacomentários sobre as políticas sócias dos anos 30 á contemporaneidade.













Trabalho apresentado ao Professor(a)

lucia Maia da disciplina Políticas Sociais

da turma cururupu do curso de Serviço SocialUFMA –cururupu
10/08/2012











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1-INTRODUÇÃO
A política social é uma política, própria das formações econômico-sociais capitalistas contemporâneas, de ação e controle sobre as necessidades sociais básicas das pessoas não satisfeitas pelo modo capitalista de produção. É uma política demediação entre as necessidades de valorização e acumulação do capital e as necessidades de manutenção da força de trabalho disponível para o mesmo. Nesta perspectiva, a política social é uma gestão estatal da força de trabalho e do preço da força de trabalho. Ressaltamos que entendemos, por força de trabalho todos os indivíduos que só têm a sua força de trabalho para vender e garantir suasubsistência, independente de estarem inseridos no mercado formal de trabalho.
Pensar as políticas sociais de um modo geral e, de modo particular, a política de assistência social na realidade brasileira, supõe pensá-las no contexto das contradições da sociedade capitalista, que reside na produção coletiva de riqueza e sua apropriação privada. Conforme Vieira (1992, p. 22), “a política social é umamaneira de expressar as relações sociais cujas raízes se localizam no mundo da produção.”
O processo de acumulação capitalista produz o trabalhador disponível para o capital, uma população sempre maior do que as reais necessidades da acumulação. O resultado é a produção de uma classe trabalhadora diversificada na sua forma de inserção na produção, mas que tem em comum o fato de sua sobrevivênciadepender da venda da sua capacidade de trabalho, o que por sua vez depende das demandas do capital. O resultado é a produção da pobreza, originada nos baixos salários dos que se encontram incluídos no mercado de trabalho formal e as mais diferentes situações de inclusão precarizada ou subordinada para a grande parcela que não consegue existir para o capital.










A DÉCADA DE 1930O mundo estava em crise em 1930: crise política e econômica. Talvez encruzilhada fosse um termo melhor: os mercados mostravam-se desorganizados e a gestão do capital tornou-se uma questão premente. A democracia liberal estava encurralada pela revolução russa e pelo seu antagonista, os movimentos fascistas.
No Brasil a situação não era muito diferente. A velha política que dominara desdea proclamação da república já não tinha a ressonância suficiente para continuar inalterada: o país crescia, urbanizava-se, e embora as oligarquias rurais continuassem a ser a força política e base econômica do país, novos grupos - elites urbanas, intelectuais e profissionais, trabalhadores e operários que aumentavam em número nas grandes cidades - começavam a questionar a velha políticaoligárquica baseada na força dos estados, na verdade de alguns estados mais poderosos economicamente (Minas e São Paulo). O antigo sistema já não dava conta da nova realidade brasileira, e na verdade a sufocava: a crise do final dos anos vinte viria a ser apenas a gota d'água, deixando bem claro que o mundo encontrava-se em fase de intensas transformações das quais o Brasil não poderia ficar à parte....
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