Coleta seletiva: uma analise sobre os orgão pùblicos de palmas

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COLETA SELETIVA: UMA ANALISE SOBRE OS ORGÃO PÙBLICOS DE
PALMAS

ANDRADE, Josiano de Sousa
MARINHO, Adelzon Aires
REIS, Jalbas Alves dos

RESUMO
As questões ambientais vêm sendo foco de discussão em fóruns, debates, palestras justamente
para identificarem alternativas que possam minimizar os impactos do homem para com o
meio ambiente. Um das grandes discussões é sobre a coletaseletiva. Essa vem sendo
desenvolvida e aderida pelas prefeituras como uma forma de minimizar os impactos e
buscando formas de reutilização dos produtos que ora seriam lançados no meio ambiente. O
fator coleta seletiva foi objeto de estudo deste trabalho, momento em que foi visitado um
órgão ambiental na cidade de Palmas-TO e identificado a forma como este aborda o meio
ambiente. Nesseprimeiro momento, Foi possível evidenciar a falta de comprometimento dos
órgãos administrativos de Palmas em relação às políticas de implantação da coleta seletiva,
bem como da implantação de políticas ambientais. Na observação foi possível visualizar que
85% dos órgão não possuem coleta seletiva ou quando a possui não á implanta corretamente.

Palavras-chave: Educação Ambiental, Resíduos SólidosUrbanos, Coleta Seletiva


 

1. INTRODUÇÃO

A preocupação e a busca de soluções para o enfrentamento dos problemas sócioambientais causados pelo desenvolvimento humano tem sido constante entre os dirigentes de
países desenvolvidos ou em desenvolvimento, mesmo que os primeiros mostrem-se muito
mais preocupados com a poluição industrial, a escassez de recursos energéticos, a decadênciade suas cidades e outros problemas decorrentes dos seus processos de desenvolvimento e os
segundos, com a pobreza e o questionamento da validade de um desenvolvimento nos
mesmos moldes que os primeiros.
A intensidade dos custos de gestão atuais e o volume de problemas ambientais
causados pelos RSU revelam a insustentabilidade de práticas que usam perdulariamente
recursos não-renováveis,devolvendo-os enquanto rejeitos inúteis à natureza que é condição
primária para o exercício de todas as atividades humanas (CAVALCANTI, 1996).
O apoio e a cobrança de políticas públicas que contemplem o estímulo e a
conscientização da população, o desenvolvimento de programas de coleta seletiva, pelos
órgãos governamentais, mas ao mesmo tempo a ação socialmente responsável das empresas,
mantendoseus próprios núcleos de triagem de recicláveis de tal forma a contribuir para
redução do volume e o custo da gestão de resíduos urbanos.
A responsabilidade pela destinação final do lixo é da prefeitura. Mas nem sempre a
Coleta seletiva surge como iniciativa da própria administração municipal. Freqüentemente,
observa-se a movimentação de determinados segmentos da população que, tendodesenvolvido maior consciência ambientalista, passam a cobrar dos órgãos competentes
posturas e procedimentos mais adequados, assumindo participação ativa no processo de
preservação e/ou de recuperação ambiental.
 

Observa-se, hoje, que escolas, grupos ambientalistas e diversas entidades de classe
constituem verdadeiros núcleos de divulgação e realimentação de idéias voltadas ao não
desperdício dosrecursos naturais, prática da coleta seletiva e, portanto, à reutilização dos
materiais recicláveis, forçando as administrações à adoção de medidas nem sempre
econômicas, porém adequadas sob o ponto de vista ambiental.


 

O interesse pelo meio ambiente e pelos problemas relacionados com os resíduos
sólidos tem resultado em questionamentos por parte de diversos segmentos da população,sobre a situação de seus municípios e as metas de seus governantes, criando um cenário
favorável à busca de soluções não usuais. O aumento populacional aliado ao crescimento
vertiginoso das grandes cidades, às vastas áreas de cultura no campo e à superprodução de
bens de consumo cada vez mais descartável, expressa a dimensão do problema nos últimos
anos e a necessidade de o Poder Público...
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