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Armando M. de O. eMilhomem
DennysKalysthon Lima Dantas
Diego Leonardo Silva
Meire Aparecida Brás
Nairo Brito da Costa







Estruturas de Mercado









UFMA (CCSST)
Imperatriz-MA
2013
Armando M. de O. eMilhomem
DennysKalysthon Lima Dantas
Diego Leonardo Silva
Meire Aparecida Brás
Nairo Brito da Costa




Estruturas de Mercado

Trabalho de graduaçãoapresentado à disciplina Introdução à Economia da Universidade Federal do Maranhão.
Orientador: Prof.: Leonardo Leocádio









UFMA (CCSST)
Imperatriz-MA
2013
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO
2 HISTÓRICO
3 MONOPÓLIO
3.1 Exemplos de monopólios
4 OLIGOPÓLIO
4.1 Características
4.2 Concentrações excessivas de poder de mercado
4.3 Exemplos de empresas oligopolistas atuantes no mercadobrasileiro
5 CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA
6 CONCORRÊNCIA (QUASE) PERFEITA
6.1 Características
6.2 Exemplos
7CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS








1- INTRODUÇÃO
A livre concorrência estabelece em um mercado, a interação de ofertantes e demandantes de bens e serviços, com a aplicação dos recursos escassos de forma mais eficiente, diminuição de custos, mantendo às vezes, margens de lucros maisreduzidas a fim de atender as expectativas de seus clientes.
O que caracteriza uma concorrência são suas diferenças e imperfeições, levando-se em consideração o número dos que intervêm e exercem as atividades de oferta e procura em determinado mercado, cujos agentes atuantes objetivam a maximização de seus lucros/retornos. Essa concorrência/ competição se caracteriza em níveis de preços eprodutos.
O presente trabalho abordará como estas imperfeições da concorrência afetam a quantidade ofertada e demandada de bens e serviços, levando-se em consideração as classificações das estruturas concorrenciais segundo a importância da empresa no mercado analisado e a homogeneidade ou não dos produtos, a saber: Monopólio, Oligopólio, Concorrência Monopolística, Concorrência (quase) Perfeita.2HISTÓRICO
A espécie humana é marcada, desde a sua origem, por relações de poder, pela competição por sobrevivência e pela cobiça, que a leva ao acúmulo de bens e riquezas materiais, e neste contexto estabelecem-se as dominações de classes.
Segundo Schmidt, a organização do trabalho coletivo exigiu das comunidades antigas graus de complexidade maiores, segregando o trabalhointelectual do trabalho manual. “Aos poucos,o conhecimento deixou de ser compartilhado pela comunidade e passou a ser privilégio de algumas famílias....O poder de planejar e decidir a vida da comunidade começou a se tornar uma propriedade de uns poucos.’ (SCHMIDT,2007, p. 9)
Com o desenvolvimento das cidades a partir do século XI, as atividades econômicas ganham força, onde o crescimento dapopulação provocou o desenvolvimento do comércio e a consequente procura por mão-de-obra. Segundo Rossetti, na Idade Média a usura é condenada pela Igreja, quando a interferência desta nos assuntos econômicos sucumbe, estabelece-se, a partir daí, os primórdios da Teoria Econômica.
Nos séculos XV e XVI, com o mercantilismo, registram-se grandes transformações políticas e sociais, os Estados procuravamacumular metais preciosos extraídos das colônias conquistadas, criavam regras para as atividades econômicas, determinando o que deveria ser produzido e quais atividades seriam incentivadas ou limitadas;o Estado vendia os direitos de exploração ao burguês que assim detinha o monopólio (autorização do rei) de determinado negócio, em contrapartida a burguesia recolhia mais impostos ao reino.
Novasdescobertas tecnológicas aumentaram as forças produtivas (capacidade da sociedade de produzir bens) levando a modificações nos padrões da sociedade e, por conseguinte da economia.



3 MONOPÓLIO
Monopólio vem do grego monos, que significa um e polein, que significa vender. Monopólio segundo o dicionário Aurélio é uma situação de mercado em que a oferta de uma mercadoria ou serviço é controlada...
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