Celso furtado

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  • Publicado : 10 de novembro de 2011
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O boxe ou pugilismo é um esporte de combate, no qual os lutadores usam apenas os punhos, tanto para a defesa, quanto para o ataque. A palavra deriva do inglês to box, que significa bater, ou pugilismo (bater com os punhos), expressão utilizada na Inglaterra entre 1000 e 1850.
Golpes
* Jab ou jabe: Golpe frontal com o punho que está a frente na guarda. Embora seja geralmente usado paraafastar o oponente ou para medir a distancia, ele pode nocautear;
* Direto: Golpe frontal com o punho que está atrás na guarda. É um golpe muito rápido e forte;
* Cruzado (cross): Tão potente quanto o direto, porém o alvo é a lateral da cabeça do adversário. O cruzado termina seu movimento com o braço flexionado, diferentemente do direto;
* Hook ou gancho: Desferido em movimento curvo dopunho, atingindo lateralmente a cabeça ou abdome, dificultanto a defesa do oponente. Difere do cruzado pela distância que é aplicado, próximo e contornando a guarda adversária;
* Uppercut: Golpe desferido de baixo para cima visando atingir o queixo do oponente.

Exemplo de um gancho de direita.
Nocaute
O nocaute, ou knockout (KO) na língua inglesa, ocorre quando um dos lutadores aplica umgolpe que derruba seu adversário no chão, incapacitado-o de terminar o combate. Caso o lutador esteja visivelmente atordoado pelos golpes do adverário, mas ainda permaneça de pé, o juiz pode interromper a luta, o que configura um nocaute técnico, no inglês technical knockout (TKO).
Golpes baixos
Os golpes baixos são os aplicados abaixo da cintura e não são permitidos no boxe. Se o outro adversáriobater em uma dessas partes, o mesmo será advertido e, na reincidência, poderá ser eliminado, a critério do árbitro. Os golpes permitidos são os aplicados na parte frontal do adversário, como no rosto e no abdome
A EVOLUÇÃO DO BOXE BRASILEIRO |
É patente o desenvolvimento do boxe nacional nos últimos anos. Os resultados internacionais recentes da equipe olímpica brasileira demonstram a correçãodo caminho escolhido há poucos anos. Os investimentos em recursos financeiros, tempo e dedicação para o selecionado de um país almejar posição entre as primeiras do mundo não são pequenos. O governo cubano investe há quase 40 anos no pugilismo olímpico para que o mesmo pudesse alcançar e manter a posição de supremacia atual. E não pára por aí. O empenho e trabalho para a manutenção desta posiçãosão ininterruptos. Outros países estão se dedicando e chegando perto, objetivando liderar conquistas nos torneios internacionais. É só verificar o trabalho que os países da Europa, principalmente do leste, e asiáticos estão realizando. Sim, ainda falta muito para o Brasil alcançar o posicionamento mundial relatado acima. Porém, não se nega que tomadas de decisão corretas pela ConfederaçãoBrasileira de Boxe estão sendo traduzidas em obtenção de bons resultados. Tomemos como exemplo apenas o ano de 2006. O Brasil já participou de quatro torneios internacionais neste ano. No início de março, na República Dominicana, no Torneio Internacional Copa Independência, a equipe brasileira trouxe seis medalhas. Duas de ouro, duas de prata e duas de bronze. Ficou em 3º lugar na competição, atrás apenasda República Dominicana e de Cuba e à frente de equipes tradicionais como Porto Rico e Itália. Mas esta premiação tem um significado ainda maior quando se sabe que entre as vitórias brasileiras incluíram-se algumas sobre estrelas cubanas. Myke Carvalho derrotou o cubano Carlos Banteur. Banteur tem mais de 200 lutas. Foi campeão mundial juvenil em 2004 e medalha de prata da Copa do Mundo deAdultos 2005. Em 2006, foi vice-campeão cubano e vice-campeão da III Olimpíada Cubana. É um dos principais boxeadores cubanos do momento. Neste mesmo torneio, numa vitória espetacular, Washington Silva, categoria 81 kg, venceu Duniet Dorticos, vice-campeão cubano, vice-campeão da última Copa do Mundo, realizada em 2005 e medalha de prata na III Olimpíada Cubana. No final de março, em Porto Rico, um...
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